Arquivo -17/12/2011

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Luminoso

Luminoso

“Se você acha que sabe como é estar morto – se acha que não passa de uma eternidade ouvindo harpas e relaxando nas nuvens -, bem, pense novamente. Já ouviu dizer que a vida continua? Ela continua. Além do ponto onde todos acham que ela termina. Vá por mim. Estou morta há mais de um ano, e assim que cruzei aquela ponte até o outro lado… foi aí que tudo começou a ficar interessante…” Um livro encantador como o primeiro da série, Radiante, onde nossa fofíssima – sim, ela é fofa apesar de ser “teimosa, obstinada, cabeça-dura, voluntariosa, desorientada, irracional, impulsiva” como Bodhi a define logo no começo dessa nova aventura -, ela nada mais é que uma menina de doze anos, com seus sonhos e medos, como toda menina nessa idade que acredita ser dona do próprio nariz, madura o suficiente para qualquer situação e invencível… sim, porque se bem me lembro dos meus doze anos, era assim que eu e meu grupinho, a “patota”, se sentia… Nada e nem ninguém seria capaz de nos abalar, nem garotos, nem pais, nem diretores de escolas, nem briguinhas tolas e fúteis… éramos meninas com personalidade forte, sonhadoras e um tanto quanto presunçosas… Nada muito diferente de nossa Riley… Mas, voltando ao livro, Luminoso traz a história do que deveriam ser as divertidas e merecidas férias de Riley, Bodhi e Buttercup depois do sucesso em fazer com que “o menino” Radiante atravessasse a ponte para Aqui & Agora e deixasse de assombrar o Castelo Warmington, para na[…]

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