Arquivo -agosto 2013

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Névoa
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Easy
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Adeus, Facebook
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O Projeto Rosie
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Feérica
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Quanto tempo dura um ano?
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Tag – Bookaholic Feliz
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Porque ainda te amo – Daiane Jardim
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Uma Questão de Confiança

Névoa

Sabe aquele tipo de livro que você se encanta pela capa e acha que não é o seu estilo de leitura simplesmente por conta do gênero literário (suspense / thriller), mas que no final acaba se apaixonando pela história a ponto de não querer largar mais o mesmo??? Então, aconteceu isso com Névoa, da autora Kathryn James, publicado aqui no Brasil por nossa querida editora parceira Farol Literário. Quando a editora nos mandou o release, eu questionei a mim mesma se pediria esse livro para resenha ou não. Como eu disse, não é o tipo de trama que me chama muito a atenção. Mas, como vi as boas críticas à história lá fora, decidi arriscar… e NÃO me arrependo. Névoa conseguiu me surpreender e superar minhas expectativas. Com um pano de fundo sobrenatural, rico em magia e lendas, com personagens de personalidade forte e bem palpáveis ao mesmo tempo, Névoa possui todos os ingredientes para uma ótima história: aventura, diversão, mistério e romance. Tudo acontecendo em um ritmo que não te permite desviar os olhos de suas páginas. Nell, nossa protagonista feminina, é uma jovem de 13 anos, simples e encantadora, que vive na sombra de sua linda e popular irmã Gwen. De poucos amigos, a menina está acostumada a ficar em seu mundinho e cuidar da irmã mais velha sempre que possível. O que ela não esperava era se descobrir tão diferente assim. Desde criança, sua avó contava histórias assustadoras de Elfos e seres mágicos que habitavam as florestas de sua pequena cidade. Mas, o que a menina não imaginava é que aquelas[…]

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Easy

Easy faz jus à tradução em português. Um livro fácil de amar e que facilmente nos deixa com gostinho de quero mais. Sabe aquele tipo de livro que a gente só consegue largar quando termina? Então, foi assim com Easy. Eu não conseguia deixar ele de lado… tanto que terminei de ler no carro, indo pro trabalho! risos Com uma história bem real (em partes, até demais) e com personagens que poderiam muito bem fazer parte do nosso grupo de amigos de escola/faculdade ou serem nossos vizinhos, Tammara Webber nos conquista e arrebata nossos corações para essa trama sexy e apaixonante. Aliás, é impossível não se envolver com Lucas e Jacqueline.  Eles são dois fofos. Cada um com seu drama particular, dois sobreviventes desse mundo cão. Uma das coisas que me chamou a atenção para ler esse livro, antes mesmo de ele ser lançado aqui no Brasil – tanto que eu já tinha começado a ler em inglês, mas parei quando soube que a Verus iria publicá-lo por aqui -, foi a comparação feita ao livro Belo Desastre, de Jamie McGuire. O que eu devo dizer que procede e não procede. Como assim, Nica? Então, eu não achei o Lucas tãaaaaao parecido com o Travis. Eles têm algumas semelhanças. Mas, confesso que o Lucas faz mais o meu estilo! risos Ambos são lindos, cobiçados pelas garotas, tatuados (coisa que eu particularmente adooooro), com aquele ar sonhador e bad-ass de ser, super protetores e que já tiveram sua cota de sofrimento na vida. Porém, Lucas é mais reservado… ele se sacrifica mais pelas pessoas. Inclusive por Jacqueline. Não é tão na cara como[…]

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Adeus, Facebook

Adeus, Facebook não é o tipo de livro que vocês costumam ver resenhado por aqui. Na verdade, ele combinaria demais com a nossa coluna Rascunhando, por conta do tema tão atual e deveras tão polêmico. Jack Londonnos presenteia com textos essenciais para compreender o futuro das mudanças e as mudanças do futuro, como a própria capa nos elucida; porém, ele nos traz mais, ele nos traz algo que anda em falta hoje em dia: reflexão. Esse é o meu primeiro livro de parceria com a Editora Valentina e confesso que demorei um pouquinho para escrever essa resenha não porque o livro é ruim, mas sim porque o mesmo é intenso e, se você como eu não vive longe da internet e seus artifícios, ele funciona como um alerta e um belo “tapa” na consciência. Acredito, inclusive, que essa resenha vai ficar um pouquinho diferente das demais, mas não vejo mal algum nisso. Do contrário, espero que vocês possam perceber o quanto fiquei mexida. A maneira que o autor nos chama a atenção para o mundo digital e o mundo pós-digital é impressionante. Misturando textos informativos, alguns explicativos, outros mais descontraídos, com certo senso de humor e ironia, London nos faz perceber o quanto evoluímos e, ao mesmo tempo, andamos para trás. Mas não pensem que ele fala basicamente de internet. Não! Adeus, Facebook é um prato cheio de dicas para aqueles que, como eu, estão iniciando um negócio ou desejam iniciar um ou já tem um que anda mal das pernas, mas que ainda é passível de salvação. Confesso que fiquei por vezes assustada (e maravilhada) com[…]

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O Projeto Rosie

* Veja também a resenha escrita: Como não amar O Projeto Rosie???? Quando a Editora Record começou a divulgação desse livro, através de um mini quiz para testar a nossa compatibilidade com Don Tillman, a personagem principal, geneticista que nunca tivera uma namorada e que desenvolve o Projeto Esposa, a fim de arrumar alguém que se enquadre na sua concepção de mulher ideal e perfeita companheira, eu fiquei logo interessada e com um pé atrás. Por que?? Primeiro, porque meu teste deu totalmente incompatível com o Don. Meu pensamento foi: que cara mais chato!!!! E olha que eu não sou uma pessoa muito difícil não, me adapto bem e, como ele, também sou metódica. Mas ele é o extremo, O perfeccionista. Em segundo, porque imagina criar um projeto baseado em seus gostos e suas concepções, onde as chances de encontrar alguém que se enquadre totalmente nas mesmas varia entre 0,0000001% e 0,000001%. Ou seja, praticamente nulas. *Eu sou bem a favor do velho ditado que os opostos se atraem. Essa coisa de ser muito parecido com o namorado nunca fez meu estilo e acho que seria muito chato ter alguém exatamente como eu ao meu lado.! rsrs* Então, eis que o livro chega e eu me deparo com um Don realmente chato, um mala sem alça, que não somente é metódico, mas tem problemas de se socializar – não só com pessoas do sexo oposto. O cara é quase um celibatário, com poucos amigos e extremamente certinho. Gente, quem nunca pisa na bola ou foge um pouquinho da rotina, não é mesmo? Eu não conseguiria que todos os meus dias,[…]

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Feérica

Quando eu soube que a Carol lançaria mais um livro sobre Fadas e que pretendia abordar um tema que já foi – e, de certa forma, ainda é – sensação no mundo todo, os famosos Reality Shows, confesso que fiquei com um pezinho atrás. risos Não que eu desconfiasse da capacidade da autora! Mas, cá entre nós, segurar um enredo desses e envolver os leitores não parecia ser tarefa fácil não. Como assim, Nica? Simples. Reality Show, no geral, é o tipo de programa que você ama ou odeia. Raramente encontramos um meio termo. Eu acredito, inclusive, que Feérica vai causar o mesmo na literatura sobrenatural nacional. *Sem falar no número de realities que temos no momento, onde nada se cria e tudo se copia.*  Em Feérica, conheceremos Violet, uma fada super fashion e antenada, que adoooora o mundo dos humanos, que se sente deslocada e, de certa forma, perseguida em seu próprio mundo. Não posso deixar de dizer que essa é a personagem mais engraçada e tangível que a Carol já nos apresentou. Não tem como não se divertir com as trapalhadas de Violet no mundo real, ou sentir pena de suas crises existenciais, ou não se identificar com seus erros e acertos, suas quedas e reerguidas. A autora conseguiu construir uma personagem carismática. Sim. Essa é a palavra. Ainda que seja uma fada, Violet nos faz perceber que pessoas – e fadas – são imperfeitas, que cometem erros, que tropeçam e levantam, que se apaixonam pela pessoa errada e, depois, pela pessoa certa… Ela, como muitas pessoas, busca o afeto da sua[…]

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Quanto tempo dura um ano?

Estava falando com a Anna, que muitas vezes achamos que o tempo passa rápido. Porém se fosse feita uma contabilidade de tudo que fazemos, nos surpreenderíamos com o monte de coisa que produzimos. Desde as mais sérias como o trabalho e estudos até as mais simples como escrever uma carta e ir na padaria. Tudo é ação, tudo é tempo gasto para realizar uma tarefa. Um ano atrás Nica me convidou para participar do blog, e eu fiquei e continuo muito feliz em ter um espaço aqui. Os motivos são muitos, mas vou citar alguns. Compartilhar uma experiência com certeza é uma das melhores coisas e infelizmente nem sempre temos por perto que possa ser empático com o que vivemos. E isso acontece muito com a leitura de um livro. Lemos, nos contagiamos e nem sempre há onde ou com quem dissipar essa alegria. E escrever aqui no blog é isso. Compartilhar com você o que achei de um determinado livro ou assunto de forma a promover uma discussão e reflexão. Lógico que nem sempre os comentários são grandes ou numerosos, mas eu nem gosto de olhar isso como algo ruim, todo mundo tem uma rotina agitada e nem sempre estão animadas em promover uma discussão. Claro que isso deixa uma dúvida “será que estão gostando”, “será que to passando corretamente o que quero passar?”, mas a vida é assim, tentativa e erro e espero que nesse segundo ano possa escrever bem mais e conversar bem mais com vocês. Vontade não falta, o que anda[…]

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Tag – Bookaholic Feliz

Olá Galerinha!!!! Hoje é domingo e dia de vídeo novo no blog!!! Como não consegui gravar ainda o vídeo com os Livros lidos em Julho – que foram poucos comparados ao número que vinha lendo -, resolvi colocar essa tag que vi e adaptei do blog About Happy Books. Espero que curtam as minhas respostas!!! =)

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Porque ainda te amo – Daiane Jardim

Chega uma hora em que todos nós precisamos desabafar, que simplesmente a pressão que sentimos no peito cansa de ficar sufocada e começa a lhe dominar a mente. É o inconsciente a todo momento perfurando seus pensamentos, a fim de que tudo o que você precisa falar seja extravasado. Fiz esse texto, inspirado justamente por isso, uma relação de amor que precisa ser expressa e escrita. Em um dia como qualquer outro, vi sua foto na internet, tínhamos alguns amigos em comuns, você conseguiu me chamar à atenção, mas não o suficiente para eu querer saber mais sobre você. Meses depois, nos encontramos numa livraria, houve uma troca de olhares, e do sentimento de reconhecimento.  Sem querer fui me aproximando mais de ti, não sei explicar o porquê, só sei que precisava estar próxima. Entretanto, não estava bem, fui completamente enganada, estava com o coração partido, ainda não recuperado da experiência que tive anteriormente. O problema era eu e não você, sei que isso parece clichê, mas quem disse que a vida não é feita de clichês? Você me abriu os braços me convidando a te conhecer melhor. Então, sabendo que iria me arrepender depois, abri meu coração para você. Contei sobre minha experiência anterior, o quanto fui iludida, e como me senti enganada, para mim nenhum outro seria capaz de curar aquela ferida terrível. Fomos para minha casa, e aquela foi uma bela noite, era como se fosse à primeira vez de tudo, adormeci e acordei com você ao meu lado. Eu não tinha[…]

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Uma Questão de Confiança

Em Uma questão de confiança temos três personagens centrais e a narrativa se dá pelo ponto de vista de cada uma delas, de maneira intercalada. Começamos conhecendo Callie e sua filha, Rae, que moram há pouco tempo no bairro londrino e estão com dificuldades de socialização, os pais da escola parecem que não querem se aproximar e o motivo ninguém sabe. Mas Callie tem uma amiga, a Suzy, a qual está sempre a postos, muito bondosa, casada com Jez (um marido rico) e mãe de três filhos. A nova moradora, Debs, chega ao bairro e as coisas começam a acontecer a partir dai. Ela tem um passado que a condena, que envolve até mesmo a polícia. A filha de Callie tem um problema no coração e exige maiores cuidados. Agora, com quem a mãe poderá deixa-la para ir trabalhar? Em quem ela, na verdade, vai poder confiar? O começo da narrativa desse livro é mais demorado, tudo vai acontecendo com muita calma e há uma tensão pungente nas páginas. O leitor sente isso durante a leitura, cada ação das personagens e os seus pensamentos começam a aumentar a tensão e a mexer conosco. Ainda no inicio somos levados a pensar quem seria o vilão ou a mocinha, mas no decorrer da leitura esses papeis se mesclam e não sabemos mais rotular essas personagens. Não é um livro cheio de ação, mas sim de muita tensão mesmo, já típico do gênero suspense psicológico. Ao final, temos um pouco de ação, mas bem pouca, e as revelações pegam o leitor de[…]

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