Arquivo -outubro 2013

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Romances Sobrenaturais – Feliz Halloween
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A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça
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Cartas Para Um Pai
4
Bruxos e Bruxas
5
Todo Dia
6
Apresentação + Amor Às Escuras
7
Corações Feridos
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Fale!
9
Romances Favoritos
10
O Amor Mora ao Lado

Romances Sobrenaturais – Feliz Halloween

Olá Galerinha!!!! Como todos vocês sabem, hoje comemora-se o Halloween em diversas partes do mundo. Apesar de não ser uma data tipicamente brasileira, independente de crença ou religião, é um momento de celebração e não propriamente uma Festa das Bruxas. Na verdade, o Halloween teve sua origem em duas diferentes culturas: a pagã e a católica. Na Celta, no festival chamado Samhain, o povo comemorava a passagem do ano e também cultuava os mortos. Para os Celtas, o pós morte era um lugar de felicidade plena, sem fome e sem dor. Na Católica, o Halloween teve sua origem em celebração a Todos os Mártires da Igreja, que no ano de 840 ficou mundialmente conhecida como Todos os Santos, passando a ter uma celebração vespertina, a Vigília de Todos os Santos, em inglês, All Hollows Eve ou Halloween. Atualmente, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno do Sobrenatural: fantasias, enfeites e outros itens inspirados em bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros. O que não nos impede de celebrar, comemorar. Cada um com sua crença! Eu ainda acredito no Halloween como uma festa positiva, uma festa alegre, onde podemos pensar com carinho naqueles que se foram e, de certa forma, comemorar a passagem deles por essa vida. *Ainda que com fantasias sobrenaturais e Jack-o-Lanterns!* Mas, chega de história e blá blá blá! Minha Playlist da Semana, então, será inspirada em livros do gênero sobrenatural – que eu amo!!! – e que, hoje em dia, estão ligados à festa do Halloween. Preparados????[…]

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A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça

Revista em quadrinho nunca foi meu forte. Até que eu gosto, é mais uma questão de hábito mesmo. Então eu fui meio que enganado. No início, eu achei que esse livro era uma história, um romance e esse achismo todo foi por causa do filme “A lenda do cavaleiro sem cabeça” que é um dos filmes que eu mais gosto. Então eu pensei “Uau, tem um livro disso, preciso ler”. Só que, como posso dizer isso… Apesar desse sentimento de ‘enganação’, eu gostei muito de conhecer esse livro, porque eu descobri, por exemplo, que “A lenda do cavaleiro sem cabeça” é uma espécie de Conto e não exatamente um livro (ao menos foi o que eu entendi). Nessa edição vemos ótimas ilustrações e a história como ela é, pois como eu observei em minhas pesquisas, o filme é muito, mas muito diferente da proposta do conto. Eu fiquei em dúvida se nesse livro é abordado o conto inteiro, ou se foi um resumo ou apenas algo como “Parte 1” já que outros livros possuem 72/128 páginas. Outro ponto interessante, é que ele faz parte de uma coleção com outras histórias que são: Drácula, Frankenstein, O Médico e o Monstro, A Múmia, O Lobisomem, O Fantasma da Ópera e O Homem Invisível. Juntando todas elas você tem uma coleção muito bacana. Não sei se a editora pretende vender tudo em um box, mas seria interessante. (Fica a dica para a Prumo, aqui!) De crítica eu deixo apenas o preço, que achei um pouco alto… mas, no resto,[…]

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Cartas Para Um Pai

Uma grata surpresa é a melhor maneira de definir Cartas Para Um Pai da querida autora Janaína Rico, agora publicando pela Editora Modo. A autora é conhecida por seus romances para lá de calientes e polêmicos, incluindo suas capas. Sei do potencial da Jana, mas devo confessar que fiquei com um pé atrás quando soube que ela, teoricamente, ia publicar um livro fora do “seu” gênero. Porém, ainda que Cartas Para Um Pai esteja mais para um drama, Janaína conseguiu dar umas pitadinhas de erotismo ao romance. Soube desse livro, na verdade, quando a autora esteve aqui no Rio, lançando o Ser Clara, ano passado. Durante as perguntas, ela nos falou um pouquinho de seus projetos, nos mostrou a capa provisória de Apimentando, e adiantou que lançaria tipo um spin-off com a personagem Juliana, irmã de Clara, da série Ser Clara. Fiquei mega curiosa, porque a Juliana é uma personagem intrigante. Aliás, Clara e suas duas irmãs! hehe Em Cartas Para Um Pai conheceremos a história de Juliana, irmã de Clara que, depois de uma viagem para João Pessoa, onde conheceu Anderson e viveu com ele trinta dias de pura paixão – e sexo -, se descobre grávida. A jovem fica desesperada – quem não ficaria? -, e resolve avisar Anderson sobre a gravidez, ainda que não espere nada dele e esteja decidida a criar essa criança sozinha. Juliana envia, então, cartas para seu “summer love” e, de certa forma, se decepciona com a primeira resposta dele. Eu não esperaria menos. O romance foi lindo e tal, mas cada um seguiu sua vida. Pior, imagina receber esse tipo de notícia via carta? Se[…]

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Bruxos e Bruxas

Falar sobre um livro que gostamos, é mole! Difícil mesmo é falar sobre um livro que tínhamos altas expectativas e que, infelizmente, ficaram pelo caminho. Bruxos e Bruxas não é ruim, só não é essa coca-cola toda que foi pintada pelo marketing da Novo Conceito que, devemos admitir, fez um trabalho excelente, atiçando a curiosidade do leitor. Em Bruxos e Bruxas temos a Nova Ordem, um grupo altamente poderoso que assumiu o controle do país. Nessa nova organização, ninguém está seguro, especialmente aqueles que O Único Que É O Único teme: os feiticeiros ou bruxos. Imagina viver sem internet, sem música, sem arte ou beleza, sem livros? O medo é uma das grandes armas desse ditador. Whit e Witsy Allgood são irmãos e, até a aparição dos capangas da N.O. em sua casa, não tinham ideia de quem eles realmente eram, quem seus pais eram ou, ainda, o segredo que sua família escondia. Acusados de bruxaria, os irmãos Allgood são levados para uma fortaleza cinzenta, onde são obrigados a passar pelas piores experiências para proteger seus pais e onde, finalmente, descobrem o poder que emana de sua linhagem. Witsy é capaz de transformar objetos, pessoas e animais, porém quando é contrariada ou com raiva, fica em chamas. Já Whit é incrivelmente rápido e forte, imune a armas – como armas de choque, por exemplo. Juntos, os irmãos devem descobrir uma maneira de escapar de sua prisão, salvar seus pais das garras da N.O., e desvendar uma tal profecia que prediz a sua ascensão ao poder, tirando assim a soberania d’O Único Que É O Único, e tentar, de alguma forma,[…]

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Todo Dia

Como começar a resenha de um livro que você amou e odiou ao mesmo tempo? Não sei como, mas David Levithan conseguiu causar esses dois sentimentos em mim. Calma! O livro não é ruim. Tá longe disso. Posso dizer que foi um dos melhores livros que li em 2013, assim como Will & Will que o autor escreveu em parceria com John Green e também foi publicado pela Galera Record. A escrita do David é bem intensa, isso é inegável, porém é do tipo que te domina, que prende sua atenção, inclusive por conta dos detalhes com que o autor narra a história de A., nossa personagem principal em Todo Dia.  Com uma premissa única, Todo Dia é o tipo de livro que vai te deixar com aquela coceirinha na mão de quero mais. Todo Dia é fascinante e instigante. A, que não sabemos ao certo ser do sexo masculino ou feminino, é apenas uma identidade e alma, sem vida própria e sem corpo. Ele (eu optei por usar o pronome masculino aqui) nunca teve nada diferente disso desde que se entende por “gente”. Ele experimenta a vida e os sentimentos dos corpos que habita… por apenas UM DIA. Alguns dias, A. está no corpo de um menino, devendo se comportar como tal. Em outros, no corpo de uma menina. Algumas vezes, heterossexual; outras, homossexual. Pessoas comuns, pessoas perturbadas (a pior experiência foi viver no corpo de um drogado, segundo A.). Ele vive uma grande variedade de situações e experiências. Cada personagem que A. habita tem diferentes questões – diabetes, pensamentos suicidas, vícios, depressão, obesidade,[…]

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Apresentação + Amor Às Escuras

Eu não sei o que eu escrevo. Tem tanta coisa passando na minha cabeça e… Oi, leitores do Drafts! Como vocês estão? A Nica abriu vagas para colunistas há algum tempo e eu empolguei demais com a ideia: fiz uma proposta de uma nova coluna. Se estiverem lendo isso é porque ela gostou e aceitou (e espero que vocês também gostem muito!). Eu gosto de descobrir novos autores nacionais, livros nacionais, eventos e etc. Não leio muito (mas isso tá mudando), nem conheço algum autor e nem fui a eventos literários (e isso vai mudar). Enfim… Agora não me acho “adequada” para a coluna, mas não vamos deixar detalhes atrapalharem, certo? Talvez. Vamos parar de falar e ir direto ao assunto. Assunto rápido já que eu falo demais (acostumem-se, por favor!) e minha apresentação tá sendo longa. Quem me segue no twitter, sabe o quanto sou apaixonada por um tal de Clube de Escrita lá no face… E um dos motivos que me faz ser encantada por lá é o tanto de diamantes que tem ali. Seja bruto (eu!), no processo de lapidação ou escondido lá no cofre. Uma dessas pedrinhas é a Geyse Ribeiro. Quando ela entrou lá no Clube de Escrita, estava pensando em como publicaria seu livro Amor Às Escuras. E, no começo do mês, fiquei muito feliz quando ela contou pra gente que o livro seria publicado! Amor Às Escuras conta a história da Marina, uma bailarina cega (que recebeu um elogio muito fofo da Lycia Barros ao vivo em uma[…]

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Corações Feridos

Acho que a melhor palavra para definir o que eu senti ao ler Corações Feridos é inquietante. Porque foi assim que eu me senti ao ler, e foi assim que eu me sentir nos dias seguintes à minha leitura. Inquieta. A história voltava a minha mente em flashs, sem motivo aparente. Não me entenda mal: o livro não é ruim. Longe disso. Ele é realmente muito bom, e muito mais do que você pode esperar ao ler a sinopse ou analisar a capa. Mas a sensação inquietante de querer poder algo a fazer além de ler a história te domina. E tudo que você pode fazer é chegar ao final da história esperando que alguma coisa aconteça para mudar a vida dos personagens. Entenda, o livro conta a história de irmãs gêmeas, Rebecca e Hephzibah. Enquanto Hephzi é linda, popular e muito bem articulada, Reb tenta se manter invisível. Um hábito que adquiriu desde cedo, uma vez que ela sofre com a síndrome de Treacher Collins e as pessoas parecem evitar olhá-la. Para melhorar, seu pai acredita que ela seja um demônio e faz questão de lembrar a filha que ela não é ninguém, nem nunca vai ser. As meninas têm uma relação, no mino, conflitante. Ao mesmo tempo que se amam e sabem que são a única coisa em que podem confiar, elas não se mantêm unidas em todos os momentos. Na verdade, Rebecca até tenta, mas nem sempre Hepzhi está aberta a aceitá-la. Principalmente quando as duas começam a frequentar a escola – elas foram[…]

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Fale!

Quando a Editora Valentina nos mandou o release de Fale!, confesso que não fiquei lá muito empolgada não. *Acho que não tinha entendido a grandeza do livro ainda.* Porém, como amante da boa literatura e com aquela sensação de que perderia alguma coisa caso não o lesse, resolvi arriscar. E não me arrependo. Fale! é um livro intenso e profundo. O cerne da trama pode ser considerado pesado para algumas pessoas, devendo ser tratado com o maior cuidado possível, como Laurie Halse Anderson fez. Se você já sofreu ou sofre algum tipo de bullying, prepare-se para fortes emoções com a história de Melinda. Após a fatídica festa do último verão, Melinda sentia-se cada vez mais sozinha. Fechada em seu próprio mundo, uma vez que seus amigos a consideravam uma estraga prazeres depois que a adolescente chamara a polícia e acabara com a diversão da galera, a jovem se isola de tudo e de todos. Não bastassem os olhares atravessados dos colegas de escola e das constantes fofocas a respeito daquele dia, Melinda ainda tem que lidar com a pressão de seus pais e professores, que acreditam que a menina esteja passando por um momento de rebeldia e querendo chamar a atenção. Sozinha e sem amigos, Melinda terá um ano difícil, onde precisará aprender que o silêncio pode custar (e custa) caro. Que mais vale a pena falar do que sofrer de antemão com o que as pessoas podem vir a pensar ou falar. Melinda terá que aprender a passar por cima de seus medos e anseios, bem como da vergonha pelo que acontecera com ela.[…]

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Romances Favoritos

Olá Galerinha!!! O post de hoje é algo que eu já vinha querendo fazer há algum tempo, mas não sabia se valeria a pena ou, ainda, se interessaria a vocês. A partir de agora, toda semana (se a vida permitir!), teremos uma playlist diferente! Tenho certeza que vocês vão se identificar com umas, rir com outras e por aí vai… A primeira playlist não podia ser outra. Como amante de um bom romance, nada do que músicas fofas e intensas, que falam de amor, para iniciar mais essa coluna aqui no Drafts! Ah! Vale lembrar que tentarei linkar todas as minhas playlists com livros que esteja lendo ou que já li, ok? =) Em Easy, Jacqueline e Lucas precisam vencer certos medos e se deixarem experimentar o verdadeiro amor. Não pude deixar de lembrar dessa música do Ed Sheeran, pois ela fala de amar como nunca antes e isso é algo que Jacque e Lucas precisam aprender: a se entregar novamente ao amor! Ps.: Essa música eu conheci com a série The Vampire Diaries e ela virou figurinha fácil nas minhas playlists pessoais. Em Entre o Agora e o Nunca, Cam e Andrew precisam se encontrar, fugir daqueles que amam, de seus amigos. O que menos procuravam foi o que aconteceu. Um amor para se tornar inesquecível, de modo que nada mais no mundo importasse ou fizesse sentido. Um amor capaz de curar as feridas deixadas pela vida. Ps.: Essa música é do Metallica, mas eu adorei esse cover! Em No Limite da Atração, bem[…]

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O Amor Mora ao Lado

Que eu sou apaixonada por bichinhos de estimação, quem acompanha o blog, já deve ter percebido. Tenho nada mais nada menos que quatro cachorros da raça Dachshund – ou os famosos salsichinhas da Cofap – em casa e um aquário meio grandinho…  Então, se o livro traz bichinhos na capa ou tem na sinopse algo os envolvendo, é fato, me ganha de cara! Porém, tenho que confessar que gatos não me atraem pessoalmente. Hehehe Contudo, achei a sinopse de O Amor Mora ao Lado da autora Debbie Macomber tão simples e interessante, sem falar na capa que a Novo Conceito arrasou na escolha, que não consegui resistir e tive que pedir o livro. Tão logo o mesmo chegou, já peguei para ler e NÃO ME ARREPENDO. Sim, o livro não é um best-seller para chamar de meu, mas é tão fofo, tão doce, tão simples, com um quê de divertimento e leveza que, para mim, foi fácil me envolver com a história de Cão e Cleo, ou melhor, com a história de Jack Walker e Lacey Lancaster. Com uma narrativa objetiva e fluída, onde não vamos encontrar muitos floreios e enrolação por parte da autora, somos apresentados a personagens que me cativaram instantaneamente. Tanto os felinos, quanto os humanos. Debbie soube “linkar” os gatos e seus donos, suas personalidades, seus medos, suas atitudes. Lacey é uma jovem recém-separada e que vive para o trabalho onde não é bem remunerada. Sua única companhia é sua gata, Cleo. Com o fim de seu casamento, se mudou para ficar longe do ex-marido e, assim, tentar reconstruir sua vida. Traumatizada, ela vive reclusa em seu apartamento, sofrendo[…]

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