Arquivo -janeiro 2014

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Infinity Ring: Dividir e Conquistar
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Almanova
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Destrua Este Diário #1 – Intrínseca
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Os Gêmeos
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Sobre o Agente Literário, por Bárbara Morais
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O Presente
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Joana e Maurício por Igraínne Marques
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Princesa Mecânica
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Tentação
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Cidades de Papel

Infinity Ring: Dividir e Conquistar

Dividir e Conquistar é o segundo volume da série Infinity Ring, que é composta por sete livros e escrita a seis mãos. Este segundo volume foi escrito pela autora Carrie Ryan, autora de vários Young Adults de sucesso, o mais conhecido no Brasil é A Floresta de Mãos e Dentes. Se o primeiro livro, Um Motim no Tempo já tinha me divertido e encantado horrores, Dividir e Conquistar manteve toda a minha atenção e, particularmente, me conquistou ainda mais. Ou seja, mal posso esperar pela continuação, que sai agora em fevereiro, O Alçapão. O mais impressionante foi ver como a autora conseguiu manter perfeitamente fiéis os perfis das personagens, seus traços e comportamentos. Nossos velhos-jovens “historiadores” Dak, Sera e Riq estão de volta em uma super aventura para salvar o mundo e os pais de Dak. Dessa vez, o trio viaja para o século IX, na França, com os vikings se preparando para atacar Paris. Divididos entre os dois lados da batalha, juntos, eles tentam decidir qual lado deveria ganhar e de qual lado eles deveriam lutar; porém, durante o processo, eles se separam, com Dak de um lado das linhas de batalha, e Riq e Sera do outro. Como sempre, Dak e sua tremenda impulsividade / curiosidade quase coloca tudo a perder. Em alguns momentos, queria entrar na história e chamar a atenção de Sera – ainda balançada e abalada com tudo o que aconteceu na última viagem do trio –, queria gritar “Não perca o Dak de vista, ele vai se meter em encrenca de novo!”. Por sua capacidade inata de agir antes de pensar, o[…]

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Almanova

Como o Brasil não conheceu Jodi Meadows antes??? Além de ter uma capa que nos chama a atenção, de cara, Almanova é um romance muito bem escrito e original, com os ingredientes certinhos para um best-seller. Se você procura aventura, ele tem. Se você procura cumplicidade e amor, ele tem. Se procura suspense, ele tem. Enfim, pense em alguma coisa, e ele tem. E tudo na medida certa, sem ser exagerado ou forçado. Em Almanova, primeiro volume da trilogia Incarnate, conheceremos Ana, a primeira almanova a nascer em séculos, em Heart, uma cidade protegida por um templo sem portas e com o que parece ser a batida de um coração, além de dragões e sílfides que, volta e meia, resolvem atacar os habitantes da cidade. Mas, o que torna Ana especial e, ao mesmo tempo, tão assustadora para os moradores de lá? Até o nascimento dela, todas as almas reencarnavam, eram imortais. Porém, Ana não é como os demais. Ela é uma Almanova, ou sem-alma. Tá, mas afinal, o que seria isso? Uma alma zero bala, que nunca viveu antes, que não possui as milhões de histórias e lembranças que as outras. Sem contar que, tadinha da Ana, ela nasceu no lugar de Ciana, uma alma muito importante para o seu povo. Criada por Li, uma mãe que nunca lhe deu amor de verdade, ao completar a maioridade, Ana decide sair de casa, fugir, para tentar descobrir quem ela é e entender porque ela “tomou” o lugar de uma outra pessoa. Contudo, o mundo fora da cabana em que ela se[…]

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Destrua Este Diário #1 – Intrínseca

Olá Galerinha!!!!!!!!!!! Hoje é dia de… vídeo novo!!!! =) No final do ano passado, a Editora Intrínseca lançou esse livro, Destrua Este Diário, que causou aquele alvoroço na blogosfera: como assim destruir um livro??? *aguenta coração* Fiquei super curiosa e, apesar de o meu marido dizer que isso não era para a minha idade, que era coisa de criança, entre outras coisas, bati o pé e consegui que ele me desse o mesmo de presente! hehe O Destrua Este Diário chegou em minhas mãos no dia 25 de novembro. Logo no começo de dezembro, comecei a brincadeira, ainda muita tímida e com pena de destruir um livro! *Ainda que o propósito do mesmo seja esse! rsrs* Final de ano, festas e encerramento de ano letivo, acabei deixando o meu diário de lado e só pegando nele novamente essa semana. E aí, resolvi colocar em prática a ideia que tinha tido tão logo ganhei o mesmo: gravar vídeos realizando algumas das tarefas. Portanto, o vídeo de hoje fará parte de uma série deles, onde mostrarei para vocês a (des)construção do meu diário! Espero que curtam! *-*

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Os Gêmeos

Quando eu era pequeno, uma das coisas que eu mais gostava de fazer era desvendar os aparelhos eletrônicos. Tantos botões, funções e coisas intrigantes. Talvez isso seja um dos motivos por eu ter escolhido a tecnologia como forma de trabalho. E se tudo isso desaparecesse? Microondas, computador, internet, carro, luz e etc… O universo construído no livro data uma época, que embora bem distante, começou a ser criada nos dias de hoje. Dias onde a natureza, o contato pessoal, o desenvolvimento humano e muitas outras coisas importantes não são levadas a sério. E, por causa desse estilo de vida leviano,  o planeta foi levado à situações caóticas, tornando aqui uma terra deserta. Se pensarmos bem, estamos bem dependentes. Sabemos acender uma luz, mas não como fabricá-la. Sabemos viajar de carro, mas não entendemos o funcionamento do seu motor. Sabemos acessar a internet sem saber como e o que conecta todos os computadores e milhões de outros exemplos. Então, se essas coisas desaparecessem, vamos todos nos tornar dependentes do nada, retrocedendo aos tempos primitivos. Logo de inicio somos apresentados aos gêmeos Claris e Jad, que por algum motivo possuem “poderes psíquicos”. No entanto, o fato de serem gêmeos não os torna iguais. Por causa de uma doença, Jad acaba sendo privado de atividades físicas e, por isso, focando em atividades que exigem mais concentração e relaxamento, enquanto sua irmã desbrava o mundo de forma super ativa. Considero isso algo positivo, porque é possível ver que mesmo com rotinas diferentes os irmãos se complementam, o que acaba acontecendo muito na vida[…]

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Sobre o Agente Literário, por Bárbara Morais

Oi, gente! 🙂 O post vai ser um pouquinho diferente dessa vez. Perguntei à Bárbara Morais, autora de A Ilha dos Dissidentes (você pode ler a resenha aqui), se ela topava escrever um post para a coluna. Ela aceitou o convite e resolveu falar sobre o trabalho do agente literário. Eu amei descobrir mais sobre o assunto e espero que vocês também gostem. E lembrem-se de comentar no final, hein! 😉 Oláá, leitores. Hoje a Anna pediu para eu vir aqui conversar com vocês e aceitei com prazer. Para quem não me conhece: eu sou a Bárbara Morais, também conhecida como Bell, autora de A Ilha dos Dissidentes. Estou aqui para falar um pouquinho sobre uma figura mágica para escritores: o agente literário. Desde que publiquei AIDD, em Agosto, várias pessoas me perguntam sobre o processo de publicação e sempre respondo com muita alegria. Eu realmente acredito que o mercado brasileiro está em expansão para autores nacionais e é esse o momento de agarrar a oportunidade. Para isso, os escritores devem procurar se profissionalizar. Sempre digo que conhecimento do mercado editorial é fundamental para quem quer publicar um livro e espero que esse texto ajude um pouco. Agentes literários são bem comuns em outros países – nos Estados Unidos, por exemplo, as editoras não aceitam livros se não forem representados por um agente. Os agentes agem como intermediários entre o autor e a editora, cuidando dos detalhes mais técnicos, enquanto o autor se preocupa em escrever e editar o livro. Contrato, divulgação, cobrar presença em[…]

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O Presente

Quando li a sinopse de O Presente, da autora Cecelia Ahern, apesar de conhecer a mão boa da mesma para histórias emocionantes e ter me acabado em lágrimas com Ps. Eu te Amo, não imaginava que poderia acabar assim novamente. O Presente é um livro relativamente grande, com pouco mais de 300 páginas, que eu simplesmente devorei em um dia, ou melhor, em algumas horas. A narrativa da autora é simples, de leitura fácil e carregada de sentimento, de emoção, e o mais importante, de lições. Por conta disso, e de tudo o que esse livro me fez sentir, não sei como sairá essa resenha. Acredito que nem vá sair como uma resenha propriamente dita. Simplesmente, acho que não estaria sendo justa com a magnificência desse romance. Logo na capa, percebemos que o mesmo promete ser daqueles que nos fazem sentar e refletir sobre nós mesmos, sobre nossas vidas. Mas Cecelia vai muito mais além do que a premissa de se entregar para se encontrar, ela nos presenteia com uma história de segundas chances, o famoso “E se…” que muitos de nós já paramos para pensar, ela nos faz repensar nossas escolhas, nossas prioridades – o que é mais importante para você, para mim, para nós? E, devo admitir, foi impossível segurar o choro quando o desfecho do livro se mostrava triste, mas eloquente. Triste, mas necessário. Triste, mas uma verdadeira lição de vida… Acredito que a maioria de vocês que acompanham o blog, saibam que eu perdi minha mãe há quase nove anos, no dia 21 de janeiro de 2005, exatamente[…]

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Joana e Maurício por Igraínne Marques

10 de dezembro Maurício, A parte que me toca não é a que você próprio tocou. Vou e volto naquela trilha de metáforas mal construídas, você atirou em todas. Com sua arma calibre 37, duas espingardas e um canhão de guerra. Era alto mar, seu navio era maior. Afundei. O afogamento é uma morte cruel, afinal. No entanto, gosto de pensar, sob a minha visão turva de quem afunda, que é melhor o afogamento ao incêndio. Porque meu navio era menor, mas revidou. E o seu queimou, queimou por tempo suficiente para marcá-lo, embora não tenha sido o bastante para matá-lo. Matar nunca foi a intenção. Quem morre não sofre. E essa era a vantagem sobre a sua pele deformada. Eu me perdi em escombros, você se recompôs em cicatrizes. Com ardor, Joana. ~~~~~~J&M~~~~~~ Um certo dia, por algum motivo e sem dúvida por um desejo latente de contar algo, alguém se dispõe a escrever uma história. E aí, quando menos esperamos, a mídia nos bombardeia com mais um incrível lançamento. Tendo sido chamados a atenção, acabamos lendo e compreendendo o motivo do prometido sucesso. Ou não, porque às vezes nos perguntamos “Como alguém pode gostar disso?”. O mundo atual é diverso. Nossos amigos possuem gostos diferentes, nossos pais têm pensamentos estranhos, então nem sempre um sucesso é realmente um sucesso para mim ou para você, mas sem dúvida, há vários livros e histórias feitos sob encomenda para despertar nossa empatia com o universo construído no livro. Joana e Maurício ainda não é um best seller, mas tem um[…]

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Princesa Mecânica

Desde as resenhas de Anjo Mecânico e Príncipe Mecânico que vocês sabem que eu simplesmente sou fã assumidíssima da autora Cassandra Clare, né? Então, quando a Galera anunciou o lançamento do último livro da trilogia As Peças Infernais, Princesa Mecânica, eu tratei de pedir pra Manu o meu exemplar para resenhar aqui no blog. * Depois de perturbarmos os correios, que andaram sumindo com as minhas correspondências – mas somente com os livros, porque as contas eles nem fizeram questão, sabe?! risos -, finalmente consegui terminar a trilogia e… nossa… que final!!!!!!!* Como eu falo no vídeo, eu não aguentei e, assim que terminei de ler Príncipe Mecânico, perturbei meu marido pra que ele me desse The Clockwork Princess de presente, pro Kindle mesmo, porque eu precisava saber o que ia acontecer com o triângulo mais fofo, mais amoroso, mais perfeito de todos os tempos Will – Tessa – Jem. <3 E Cassandra Clare conseguiu, com seu final que me causou momentos de amor e ódio para com a autora, me conquistar e surpreender. Princesa Mecânica é o desfecho perfeito para uma trilogia perfeita. Não acredito que outra conclusão poderia ser dada, tanto para o triângulo quanto para a história das Peças Infernais em si. A autora soube amarrar todos os pontos, sem deixar fios soltos, sem nos deixar a ver navios ou boiando. Princesa Mecânica começa nos apresentando Adele, uma menina que iria se tornar Caçadora de Sombras, como seu avô, Aloysius Starkweather, mas que, por algum motivo, mesmo sendo de uma linhagem antiga, não resiste. Por anos e anos, seu avô vive com a “pulga atrás da orelha“, sem entender como tal fatalidade foi possível. Até que[…]

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Tentação

A atração entre Mischa e Connor é instantânea. Sabe aquela sensação de amor à primeira vista? Então, no caso dessas duas personagens, não foi o amor que apareceu primeiro, mas o tesão… Quando Mischa e Connor se encontram, nenhum dos dois está à procura de algo mais sério, ambos desejam ter apenas um tempo agradável na companhia do outro. Quem será capaz de resistir a tamanha Tentação? hehe Para quem não se lembra, Mischa Kennon é a melhor amiga de Dylan, personagem feminina principal de Luxúria, primeiro livro da trilogia. Por conta do casamento da amiga, Mischa vai para Seatle para ajudar a amiga a planejar sua cerimônia bem como para tentar expandir sua marca de tatuagens, buscando uma loja na cidade e um novo parceiro. Já Connor Galloway é amigo do noivo, o deus grego dominador, forte, alto e de olhos azuis Alec. E, como todos os amigos de Dylan e Alec, Connor não deixa em nada a desejar no quesito beleza e testosterona. risos Esse irlandês sexy é também um artista independente.  Ah! E, é claro, praticante de BDSM e frequentador do clube Pleasure Dome. *abana papai* Como Mischa, Connor tem um passado dolorido. Ambos tentam esconder isso, tentam encobrir seus medos e anseios, suas experiências negativas… Mas, sabe como é, a vida não é como a gente quer e nem sempre respeita os nossos limites, ainda mais quando eles são superáveis. Deus sempre trata de colocar alguém para nos ajudar… Então, como eu comecei falando na atração entre ambos, voltemos a ela, que além dos preparativos do casamento entre Alec e Dylan, é o cerne da história que[…]

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Cidades de Papel

Desde que comprei Cidades de Papel na Bienal do Livro no Rio de Janeiro, eu fiquei namorando o livro durante um tempo na minha estante e, quando comecei a minha leitura, fiquei pensando “Vou tentar ter uma leitura bem lenta”, porém, com John Green é algo impossível. John Green nos apresenta Quentin, um jovem simples que fora criado por seus pais psicólogos e que se orgulha pelos únicos planos do seu filho serem: não faltar à escola, se formar, ir para uma boa faculdade e ,no futuro mais próximo, constituir uma boa família. Entretanto, apesar de Quetin acreditar nas mesmas coisas que seus pais, ele acredita acima de tudo em Margo Roth Spiegelman. Margo, diferente de Quetin, é uma menina que não pensa em seu futuro. Na verdade, tudo o que ela deseja é viver o agora. Entretanto, quando as personagens tinham dez anos acabaram achando no parque próximo de suas casas um homem morto o que levou Margo a desenvolver a teoria de fios soltos, o que fez os jovens seguirem caminhos bem diferentes. Porém, os caminhos acabam se encontrando novamente quando Margo descobre que é traída por seu namorado e por seus amigos, o que a leva a se vingar de cada um em grande estilo e tudo isso com a ajuda de Quentin. Mas, depois de sua vingança, Margo acaba desaparecendo deixando algumas pistas para que Q. possa lhe achar. Cidades de Papel é o segundo livro que leio do John Green e, após ficar maravilhada com A Culpa é das Estrelas, comecei a minha leitura indo com muita sede ao pote, o que acabou se transformando[…]

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