Arquivo -29/01/2015

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Sobre Uma Longa Queda

Sobre Uma Longa Queda

Desde que li Uma Longa Queda, o lance dos três meses não saem da minha cabeça. E parece fazer tanto sentido. Tenho dividido as coisas em ciclos de três meses. É estranho; mas parece funcionar. Três meses atrás, aquela chateação enorme não é mais um gigante da neve. Em contra partida, há outra bola de neve se formando. E, daqui três meses, as coisas vão mudar novamente. Então… Vou esperar outros três meses e ver no que dá – aquilo que não posso mudar agora e tal. O que eu posso mudar, vou tentar. E, se eu não conseguir, tento de novo ou espero um tempo. Depende. A gente caminha mesmo sem perceber a maioria das vezes –.   “(…) Tinha um cara lá que dizia que o período de crise dura noventa dias.” (…) “E o que acontece depois dos noventa dias?” “Nada acontece”, falei. “É só que… as coisas já estão diferentes. Mudam. Aquele arranjo específico que colocava tudo de um jeito que te fazia pensar que a vida era insuportável… De alguma forma esse arranjo mudou. É meio que uma espécie de versão vida real da astrologia.” (…) “(…) Três meses parece uma boa medida. Três meses são, tipo, uma estação.” “Exatamente uma estação”, concordei. (Trechos de Uma Longa Queda; páginas 239, 240 e 241) Esse livro teve um impacto tão grande na minha vida; mas ainda estou descobrindo isso. Vez ou outra, relembro algumas coisas dele e fazem tanto sentido. Não relembro exatamente a história ou o que as personagens estavam fazendo,[…]

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