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Anjo Negro conta a história de Darian, um Neefelins – filho da união entre um humano e um anjo. Sua mãe, Bridget, um anjo caído por ter se apaixonado durante a guerra por um médico, Alan. Eles se casam e ela logo engravida, dando a luz a Darian. Porém e por ser um anjo caído, os Parasitas (devoradores de almas) não deixaram de atormentá-la até que ela ficasse louca e cometesse suicídio, sendo julgada e expulsa do Céu. Ao chegar na adolescência, Darian conhece Hadji, seu anjo da guarda, que lhe mostra sua verdadeira missão na terra: resgatar almas que andavam vagando na Terra e encaminhá-las para o descanso. A cada dez mil almas recolhidas, uma era resgatada do Umbral.

Darian passa o livro inteiro em um grande dilema: salvar sua mãe do Vale dos Suicidas, entregando as dez mil almas para Lúcifer ou ajudar as Potestades a dar descanso às almas sofredoras? Qual será a escolha de Darian? Durante o romance ele experimenta ambos os lados, sente as dores e sofrimentos das almas que pertencem a Lúcifer bem como conhece a Colônia, lugar para onde as almas são levadas, um tipo de Céu a meu ver!

Gostei bastante do romance, apesar de achar que demorou um pouquinho para ganhar ritmo. Mas, no geral, me agradou. Uma das características mais interessantes aconteceu mais para o fim do livro, quando a autora me fez relembrar muito o sucesso de Rick Riordan, Percy Jackson e o Ladrão de Raios. Ela usa de alguns elementos que já apareceram na aventura de Rick, tais como: Caronte, “o barqueiro dos mortos, um velho esquelético, mas muito forte e vigoroso. Só transporta as pessoas que foram enterradas com uma moeda para pagar a travessia delas pelo limbo.“; e Cérbero, “um imenso cão de três cabeças (…) onde serpentes cuspidoras de veneno formavam um colar sustentado por seu pescoço central, e uma imensa cauda de leão.

O livro é narrado ora em primeira pessoa ora em terceira pessoa. Para alguns poderia ser confuso, de fato o é em alguns momentos, mas nada grave já que a autora intitulou todos os capítulos fazendo com que saibamos quem é o narrador. A capa é bem bonita, foi o que mais me atraiu para comprar e ler o livro bem como a diagramação é perfeita (mas vale lembrar que a revisão falhou em alguns poucos pontos).

Recomendo Anjo Negro, apesar de ter esperado um pouquinho mais do livro, o final compensou o ritmo lento do começo! Vale a pena forçar um pouquinho para descobrir um pouco mais de alguns personagens!

 

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