Autor -Debora Queiroz

1
A Garota do Penhasco
2
A Marca de Atena
3
O Filho de Netuno
4
O Herói Perdido
5
Cidades de Papel
6
O Teorema Katherine

A Garota do Penhasco

Como foi difícil iniciar a leitura de A Garota do Penhasco! Calma, calma, não foi porque a história é ruim ou algo do gênero (já vou avisando que é ótima), mas sim, por causa do tamanho do livro. Afinal, ler 529 páginas não é para qualquer pessoa, principalmente um livro com tantos detalhes! Porém, posso dizer que Lucinda Riley foi capaz de quebrar o meu medo de livros grandes e me prender por completo em sua história!  Lucinda Riley nos apresenta cinco gerações da família Ryan e Lisle, nos provando o quanto o tempo acaba sendo autor de uma grande piada ao repetir sempre as mesmas catástrofes na história dessas duas famílias, mantendo-as assim unidas pelo amor e muitas vezes pela dor. E para nos contar a historia de quando Grania Ryan avistou pela primeira A Garota do Penhasco, nada como a narradora dos fatos do livro ser Aurora Devonshire, a própria menina. Grania Ryan acabara de perder o seu primeiro filho. E apesar de morar com Matt em Nova York por 8 anos, a perda acaba dando motivos suficientes para retornar à antiga fazenda da família, na Irlanda, para colocar seus pensamentos no lugar. O problema é que o choque foi muito grande e com o tempo passando, sua mãe, Kathleen Ryan se vê preocupada com o futuro de sua filha. Porém, o que ela não sabia é que Grania acabara de conhecer Aurora Devonshire, filha de Alexandre Devonshire, viúvo de Lily Lisle, filha de alguém que Kathleen guarda muita mágoa por conta do passado. Opa, conseguiu entender um pouco do que acabei de falar sobre o[…]

Leia mais

A Marca de Atena

Quem nunca começou um livro com a intenção de acabá-lo rapidamente e, ao mesmo tempo, não queria terminá-lo? Foi assim que me senti na leitura de A Marca de Atena. Depois que terminei Filho de Netuno, tudo o que consegui imaginar foi o encontro dos acampamentos Meio-Sangue e Júpiter e, por isso, não pensei duas vezes antes de começar a leitura do terceiro livro da saga Os Heróis do Olimpo. Ao retornarem da luta contra o gigante do Alasca, Percy, Frank e Hazel acabam ganhando a confiança e a gratidão do acampamento Júpiter, levando o nosso cabeça de alga a ocupar o lugar de Jason no comando do acampamento. Depois de todas as honras e glórias que os jovens heróis recebem, tudo o que sobrou para aquela noite foi festejar a vitória e aproveitar um pouco do sossego. Enquanto isso, no Acampamento Meio-Sangue, Annabeth não conseguia parar de pensar em Percy e do encontro que acabará de ter com sua mãe e o pedido que havia feito, “vingar-se de Roma e trazer dignidade ao nome da deusa“. A Marca de Atena foi construído em meio ao romance, aventura, ação e com um pouco de traição no ar. Se eu fosse pensar nos três volumes da série, neste momento o 3° para mim é classificado como o mais sombrio. Pois é quando começamos a entender o porque de Gregos e Romanos se odiarem, a tristeza de Atena e o que Gaia quer conseguir ao despertar de seu sono profundo. Acredito que por causa dos detalhes sombrios trabalhados no livro, A Marca de Atena foi um livro que atendeu[…]

Leia mais

O Filho de Netuno

Depois de todo o meu drama falando que só continuaria a ler a saga Os Heróis do Olimpo se Percy Jackson aparecesse, Tio Rick acabou cedendo aos meus caprichos (apenas nos meus sonhos não é verdade?), trazendo no segundo volume da aventura o meu cabeça de alga favorito como personagem principal, sim Percy Jackson retornou! Para quem leu O Herói Perdido deve se lembrar que no final do livro as personagens começaram a deduzir a localização de Percy “Se Jason veio do Acampamento Júpiter para o Acampamento Meio-Sangue, a mesma coisa deve ter ocorrido com Percy” e foi exatamente isto que aconteceu. Percy, assim como Jason, acaba perdendo a memória, porém, diferente do filho de Júpiter, o cabeça de alga acabou entrando em um sono profundo – colocado por Hera – e, após despertar, se encontra com a deusa loba, que o treina para que possa suportar os perigos no caminho do Acampamento Júpiter. Mas Percy não poderia imaginar que nessa caminhada precisaria carregar uma deusa idosa e, de quebra ,conhecer os dois romanos mais atrapalhados e azarados do lugar, Frank e Hazel  (acho que alguém andou lendo os livros do John Green hehehe). O Filho de Netuno é um livro que ocorre oito meses depois das aventuras de Jason, Leo e Piper, que conseguem retardar o despertar de Gaia. E, diferente do primeiro volume da série, este livro serve para nos apresentar detalhadamente o lado romano dos semideuses do Acampamento Júpiter. No início da minha leitura, eu me senti um pouco confusa. Eram tantos detalhes para captar em um único livro que chegou a[…]

Leia mais

O Herói Perdido

Diferente de muitas pessoas, a minha primeira saga literária não foi Harry Potter, mas sim, Percy Jackson e Os Olimpianos. O que transformou o Rick Riordan em o meu autor favorito. E, assim que soube sobre o lançamento da série Heróis do Olimpo, foi impossível não ficar feliz em poder me aventurar com os meios-sangues novamente. Mas, por incrível que pareça, pela primeira vez na minha vida literária, não me senti tão animada em continuar a leitura de um livro do Tio Rick. Acredito que isso correu pelo fato de não ter como personagem principal ou narrador o cabeça de alga – ou como muitos conhecem – Percy Jackson. Como assim? Não tem Percy Jackson? O que aconteceu com ele? Quem são os narradores? Calma, calma. Essas foram umas das inúmeras perguntas que fiquei me fazendo durante a leitura. Porém, Rick Riordan acabou criando em O Herói Perdido um novo mundo de semideuses, e para nos apresentar colocou como anfitriões, Jason, Leo e Piper. Como toda a história de semideus, nenhum dos três jovens sabiam que tinham em seu sangue uma parte divina, até o momento que os monstros aparecem em sua escola de vida selvagem e vêem seu professor de educação física se transformar em um sátiro defensor contra espíritos do vento. É, Tio Rick acabou pegando pesado com as personagens na hora de apresentar o lado divino no sangue. Porém, para Jason, as coisas são um pouco mais complicadas. Além de ser atacado por monstros, o rapaz não se lembra de onde veio, quem é, porque apareceu em um colégio da vida selvagem utilizando uma blusa roxa e uma cicatriz no[…]

Leia mais

Cidades de Papel

Desde que comprei Cidades de Papel na Bienal do Livro no Rio de Janeiro, eu fiquei namorando o livro durante um tempo na minha estante e, quando comecei a minha leitura, fiquei pensando “Vou tentar ter uma leitura bem lenta”, porém, com John Green é algo impossível. John Green nos apresenta Quentin, um jovem simples que fora criado por seus pais psicólogos e que se orgulha pelos únicos planos do seu filho serem: não faltar à escola, se formar, ir para uma boa faculdade e ,no futuro mais próximo, constituir uma boa família. Entretanto, apesar de Quetin acreditar nas mesmas coisas que seus pais, ele acredita acima de tudo em Margo Roth Spiegelman. Margo, diferente de Quetin, é uma menina que não pensa em seu futuro. Na verdade, tudo o que ela deseja é viver o agora. Entretanto, quando as personagens tinham dez anos acabaram achando no parque próximo de suas casas um homem morto o que levou Margo a desenvolver a teoria de fios soltos, o que fez os jovens seguirem caminhos bem diferentes. Porém, os caminhos acabam se encontrando novamente quando Margo descobre que é traída por seu namorado e por seus amigos, o que a leva a se vingar de cada um em grande estilo e tudo isso com a ajuda de Quentin. Mas, depois de sua vingança, Margo acaba desaparecendo deixando algumas pistas para que Q. possa lhe achar. Cidades de Papel é o segundo livro que leio do John Green e, após ficar maravilhada com A Culpa é das Estrelas, comecei a minha leitura indo com muita sede ao pote, o que acabou se transformando[…]

Leia mais

O Teorema Katherine

Se existe um autor que está nos holofotes do mundo literário é o John Green. Desde o sucesso com o livro A Culpa é das Estrelas (confira aqui a resenha), o autor vem conquistando leitores pelo mundo inteiro e posso afirmar, quem está falando aqui é uma fã de carteirinha! Em O Teorema Katherine, John Green nos apresenta Colin, um rapaz que desde pequeno é considerado um prodígio por seus pais. Com pensamentos rápidos e a capacidade de gravar inúmeros conteúdos, Colin se destaca, acima de tudo, por conseguir criar diversos diagramas com algumas palavras. Mas, além destas habilidades, o que faz Colin chamar atenção é o fato de ter namorado nada menos, nada mais do que 19 Katherines. Cansado de ser considerado um prodígio, Colin decide que chegou o momento de atingir o nível gênio e inventor. Mas para isso acontecer, o rapaz acaba iniciando uma viagem com o Rebecão de Satã (nome lindo da sua van) e Hassan (seu melhor amigo islâmico) para desenvolver inspiração e criar o Teorema que irá explicar porque todas as Katherines terminaram com ele e, ao mesmo tempo, algo que irá prever o tempo dos seus próximos relacionamentos. O Teorema Katherine é o terceiro livro do autor que leio. Contudo, foi o primeiro em que não fiquei suspirando ou apaixonada pelas personagens. Na verdade, foi mais um passatempo. E, apesar de Colin ser a personagem principal, quem me fez querer seguir com a história foi Hassan, com suas inúmeras piadas sobre o islamismo e seus conselhos engraçados. Além dele, tem a Lindsey, uma menina que os amigos conheceram na primeira e única parada da[…]

Leia mais

Copyright © 2011-2015. Desenvolvido por String - Tecnologia e Web.