Categoria -Rascunhando

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Autores Independentes Capixaba
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O que o Bruno de 26 diria ao Bruno de 16 anos
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Feliz aniversário, Mônica Quintelas, ops, Nica! hahahaha
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Isso é de coração
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Tudo (na vida) Passa
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Como dizer que ama sem usar as palavras “Eu te amo”
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Protocolo para paqueras
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Você é carente
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Perdida, por Anna Oliveira & Bruno Luiz Mattos
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Sobre Uma Longa Queda

Autores Independentes Capixaba

Venha conhecer um pouco da cultura do Espírito Santo.

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O que o Bruno de 26 diria ao Bruno de 16 anos

Não sou muito de pensar no passado, mas esses dias minha prima me desafiou no facebook a falar com o Bruno de 16 anos. E agora, com a chegada dos meus 26 anos, estou pensando muito sobre isso.

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Feliz aniversário, Mônica Quintelas, ops, Nica! hahahaha

A idealizadora do Drafts está em festa!!!! Venha festejar com nossa querida Nica!

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Isso é de coração

Costumo dizer que há uma “frieza do mundo” e ela sempre nos visita quando deixamos de nos conectar com o melhor que temos enquanto humanos. Gestos simples, como ajudar alguém sem ter obrigação de ajudar ou gestos complexos, como se sacrificar um pouco pelo bem de outrem, é o suficiente para afastar essa frieza que anda assolando as pessoas mais que o necessário. E ao ler o Texto da Val não pude deixar de notar essa busca em suas palavras para que essa frieza do mundo fique cada vez mais longe de nós. Venha conhecer o que a Val Romanha tem a nos dizer em sua crônica.

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Tudo (na vida) Passa

Você já parou para pensar que ao longo da nossa vida pessoas vem e vão? Amigos, relacionamentos que achávamos que era pra sempre e até mesmo quem a gente pensa que vai viver para sempre se vai? Então venha conferir esse post reflexivo! 😉

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Como dizer que ama sem usar as palavras “Eu te amo”

O título do post hoje é um pouco longo e traz uma grande questão: como dizer que ama alguém sem usar as palavras “Eu te amo”? Não é de hoje que a palavra “Eu te amo” se tornou um pouco frágil e genérica. Temos medo de ouvi-las e temos medo de oferecê-la. Dizer se tornou algo como assinar um contrato. Não é à toa que outras simbologias para dizer “eu te amo” se tornaram famosas.   Precisamos dizer que amamos alguém, porque viver é sentir e saber. Há dias que eu sei que amo alguém, mas não consigo sentir isso, seja porque essa pessoa me magoou ou porque acordei de mau humor. Mas eu sei. E saber é o que importa naquele momento. É isso que te faz atravessar o momento ruim e persistir no amor. Uma regra que passei a levar comigo é: sempre tome uma decisão 48 horas depois. Há outros momentos que eu não sei se amo alguém, mas sinto que sim. Talvez por uma fração de tempo eu sinta algo tão grandioso quanto o amor, mas que não seria justo falar que é amor sem o devido tempo. É nesse ponto que vacilamos no “Eu Te Amo”. Você conhece alguém legal, sente algo incrível e diz que é amor. No dia seguinte, acorda como se tivesse feito um acordo na encruzilhada, se sente culpado, confuso e pensando em “como rescindir esse contrato?”. E, ao fazer isso, o outro lado se sente enganado, destruído e sem chão. Quem é o culpado? Não há[…]

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Protocolo para paqueras

Quem nunca paquerou na vida? Bom, com certeza algumas pessoas e sem dúvida um monte de gente que se acha o paquerador mas paquera porcaria nenhuma. Esses dias conversando com Priscila, no grupo do Drafts, ela mencionou que é uma péssima paqueradora e eu, sendo um péssimo paquerador também, resolvemos nos unir e montar um clube. Mentira, um clube não, pelo menos um post, um protocolo. Afinal, o que é paquerar e como fazer isso da forma correta?

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Você é carente

Quem nunca se sentiu sozinho? Carente ou precisando de um abraço? São sentimentos normais, mas não podemos deixar isso nos dominar. Trago na coluna de hoje minha opinião sobre o tema e o rascunho de um talvez livro.

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Perdida, por Anna Oliveira & Bruno Luiz Mattos

Sempre, dos primeiros até os últimos segundos da vida, seremos desafiados. Cada um terá sua guerra interior. E serão várias. Uma guerra é sempre algo disruptivo, muda totalmente várias coisas. Nesse processo de mudança é normal sentir-se perdido, questionar os valores e toda a vida até aquele momento. É justo. Mas não é justo se entregar, virar refém, se jogar no porão e ficar preso. Justo é produzir. Justo é vencer! Com essa mistura de sentimentos, eu e a Anna criamos uma poesia que retrata essa busca para sair dos cantos sombrios de uma guerra e ganhar. Pois, no fundo, só existimos porque somos vencedores.   Perdida Ela está perdida olha o mar e deseja surfar.   Procura a prancha – ela sabe onde encontrar. Agora é pra valer ela não vai mais voltar para aqueles lugares proibidos, com lembranças que a fazem chorar.   O que é surfar? Não é cair e se afogar? É perder ondas, aprender brincar.   Ela não está mais perdida ela está aproveitando a vida. Aprendendo surfar conquistando o horizonte indo além do que pode imaginar   Peguem a prancha de vocês e vão surfar. 😉

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Sobre Uma Longa Queda

Desde que li Uma Longa Queda, o lance dos três meses não saem da minha cabeça. E parece fazer tanto sentido. Tenho dividido as coisas em ciclos de três meses. É estranho; mas parece funcionar. Três meses atrás, aquela chateação enorme não é mais um gigante da neve. Em contra partida, há outra bola de neve se formando. E, daqui três meses, as coisas vão mudar novamente. Então… Vou esperar outros três meses e ver no que dá – aquilo que não posso mudar agora e tal. O que eu posso mudar, vou tentar. E, se eu não conseguir, tento de novo ou espero um tempo. Depende. A gente caminha mesmo sem perceber a maioria das vezes –.   “(…) Tinha um cara lá que dizia que o período de crise dura noventa dias.” (…) “E o que acontece depois dos noventa dias?” “Nada acontece”, falei. “É só que… as coisas já estão diferentes. Mudam. Aquele arranjo específico que colocava tudo de um jeito que te fazia pensar que a vida era insuportável… De alguma forma esse arranjo mudou. É meio que uma espécie de versão vida real da astrologia.” (…) “(…) Três meses parece uma boa medida. Três meses são, tipo, uma estação.” “Exatamente uma estação”, concordei. (Trechos de Uma Longa Queda; páginas 239, 240 e 241) Esse livro teve um impacto tão grande na minha vida; mas ainda estou descobrindo isso. Vez ou outra, relembro algumas coisas dele e fazem tanto sentido. Não relembro exatamente a história ou o que as personagens estavam fazendo,[…]

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