Categoria -Rascunhando

1
Especial Dia dos Professores
2
A Culpa É De Quem?
3
Livros e o Dia dos Namorados
4
Incertezas, uma Confusão de Sentimentos
5
Campanha Fale Contra o Abuso – Editora Valentina
6
Campanha Dublin Street de Conscientização
7
Não se preocupe com as críticas!
8
Semana Passarinha de Conscientização do Autismo
9
Um até breve, meu herói
10
Músicas, Livros e Vida

Especial Dia dos Professores

Muita gente estranhou – e até criticou – quando eu larguei a chance de ter um emprego estável na Petrobras (eu sou técnica de informática também! pasmem! rsrs) e resolvi me dedicar integralmente à faculdade de Letras, abraçando o trabalho de professora de inglês que eu já desempenhava, ainda que em grande parte de forma particular e muitas vezes amigável, desde os meus 15 anos. Você, leitor, pode estar se fazendo a mesma pergunta: “Por que você largou um emprego que poderia te dar mais financeiramente por outro que não é tão valorizado em nosso país?” A resposta, meus amigos, é simples: amor. Eu não me sentia parte daquele meio tecnológico, envolvido em projetos, cabos de rede e panes nos sistemas! Honestamente, quando eu passei para a UERJ, eu já estava saturada de informática. E eu era boa na área, hein! #modesta #sqn Mas, não era o que me fazia levantar animada todos os dias de manhã, não era o que despertava o que de melhor há em mim. Eu precisava de mais. Na época, conversei com meus pais e, como sempre, os dois me apoiaram bastante. Aliás, lembro o quanto minha mãe, contadora frustrada por não ter feito letras, ficou feliz e o quanto meu pai, que só estudara até a quarta série em Portugal, ficou orgulhoso por ver sua menina crescendo e realizando o sonho de ambos. Secretamente, acho que eles sempre souberam que eu ia acabar sendo professora, sabe? rsrs Meus irmãos, Amandio e Felipe, e minha priminha, Juliana que o digam… Ah, como eles sofreram com a irmã e prima aqui querendo ensinar tudo e[…]

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A Culpa É De Quem?

 “A Culpa, meu caro Bruto, não é das estrelas, mas de nós mesmos, que consentimos em ser inferiores” – Shakespeare. Okay, Okay, este não é momento de ficar recitando Shakespeare e, muito menos, lembrando de pequenos diálogos de A Culpa É Das Estrelas, mas sim, falar sobre Culpa Literária! A Editora Leya fez uma proposta incrível: falar da culpa que os personagens carregam! E isto me fez pensar: Quem culpamos? Por que culpamos? Onde culpamos? Se formos levar para o nosso cotidiano, culpamos todos os momentos falhas de outras pessoas com relação à nós mesmos ou até mesmo, nossas próprias falhas geram um peso de culpa muito grande, que sentimos dificuldade de carregar, e na literatura não é diferente. O personagem, como o nosso espelho ficcional, fala muito como nos sentimos e lidamos com a culpa. Quando comecei a revirar a minha estante, percebi histórias de personagens que culpam o governo pela situação que vivem, o namorado por quase se privar de um sonho, a mãe por guardar tantos segredos, a si mesmo pela falta de valorização do próximo… perceber isto apenas quando o adeus batesse à porta, e não podemos esquecer que, às vezes, falamos “o tempo é o melhor remédio para tudo”, às vezes este próprio tempo acaba virando o culpado da história do personagem! Precisamos concordar que algumas dessas culpas “literárias” carregamos conosco no dia-a-dia! E no meio de tantos livros falando e retratando personagens que se sentem culpados, quero apresentar Willow (link), o novo lançamento da Editora Leya! Agora chega de falar de culpa literária ou[…]

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Livros e o Dia dos Namorados

Hoje, dia 12 de junho, comemora-se o Dia dos Namorados aqui no Brasil – apesar de eu achar que todo dia é dia para declararmos o nosso amor à pessoa amada. É muito importante dizer Eu te amo. Nos aquece o coração e nos faz sentir o mundo de alguém. Pelo menos, é assim que eu me sinto toda vez que meu marido me dá um beijo de surpresa e sussurra, em meu ouvido, que me ama. Mas, se você tem vergonha ou, até mesmo receio, de demonstrar com palavras o seu amor, o seu gostar, o seu gamar (como Sky e Holder em Um Caso Perdido), nada que simples e bonitos gestos não o façam também. Um buquê de flores – para aquelas que gostam, porque eu não sou muito fã não rsrs–, um singelo cartão, uma caixa de bombom personalizada ou customizada de forma especial, um passeio à luz do luar, um mimo naquele dia cansativo pra ele ou ela, um jantar preparado rapidinho (nem que seja um miojão) para assistir um filminho coladinho… Por exemplo, eu sou casada há quase seis anos e estou com meu marido há quase dez. Nesse tempo todo de relacionamento, muitas pessoas julgam que o amor vira amizade, que o fogo da paixão abranda… e por aí vai. Contudo, posso dizer que só depende de nós manter a chama acesa. E, como minha mãe dizia: “no final das contas, a base de todo relacionamento duradouro são a amizade e o respeito”. Graças a Deus, eu e meu marido valorizamos demais tudo o que somos, tudo o que construímos com[…]

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Incertezas, uma Confusão de Sentimentos

“Se não lhe der sossego, não é amor, é apego”*  apego é uma forma estranha de amar A maioria das pessoas já deve ter passado por algum tipo de conflito interno envolvendo um sentimento indefinido em relação à outra pessoa. Aquele “quero, não quero”, “gosto, não gosto”, “te amo, te detesto”. Isso encanta e enlouquece! Eu tenho uma mania absurda de querer entender as pessoas. Mas essa vontade de querer saber os porquês aumenta quando é com alguém que eu, de alguma maneira, me importo. Mas por mais que a gente entenda alguém, sempre vai ter uma parte que não vamos descobrir. Ninguém conta todos os seus pensamentos, ações e sentimentos para outra pessoa. Tem coisas que são somente nossas, que só nós mesmos somos capazes de entender. Às vezes, é por não entender que não dá para entender tudo – ou não querer que seja assim – que fico angustiada. Queria saber das coisas com mais clareza para ter mais certeza do que fazer, mas a vida não é assim… E a gente não pode se prender às pequenas coisas. Tem que deixar fluir. Se tentarmos mudar algumas coisas, o que mexe com a gente pode perder o encanto. Com essa mistura de sentimentos, escrevi o poema a seguir. Não deixem de comentar o que acharam e o que pensam sobre o que foi dito.   Caos Bom eu não sei o que você é pra fazer o que faz não consigo ficar longe não quero ficar perto demais e não aguento essa mornidão[…]

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Campanha Fale Contra o Abuso – Editora Valentina

Falar sobre esse assunto é um tanto quanto complicado, ainda mais em um mundo cada vez mais deturpado de conceitos e valores. Hoje, dia 18 de maio, é dedicado ao Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes em nosso país. Em uma campanha com seus parceiros, a Editora Valentina busca promover essa luta bem como um debate sobre o assunto, ambos a fim de conscientizar aqueles que já passaram por isso tanto quanto aqueles que, graças a Deus, não tiveram o azar de viver tal “experiência“.   Ano passado, a Editora Valentina publicou um dos maiores best-sellers americanos sobre o assunto, o livro Fale!, da autora Laurie Halse Anderson. Um livro bastante polêmico, que não trata somente do abuso sexual, mas de bullying – dois temas muito em alta, infelizmente. Fale! foi escrito em 1999 e, até hoje, se mantem em evidência. Tanto que ele é utilizado em muitas escolas americanas para conscientizar os jovens de que violência sexual é coisa muito séria e que pode trazer consequências eternas – além das marcas óbvias que qualquer agressão como essa já deixa naturalmente. Além do sucesso literário, a autora teve seu livro adaptado para os cinemas, sob o título “O Silêncio de Melinda“, personagem principal de Fale!, que é abusada e agredida sexualmente por um de seus amigos de escola, durante uma dessas festas proibidas e regadas a bebidas e etc. Melinda é uma jovem bonita, popular e inteligente, mas que se torna o oposto disso quando, depois de ser atacada, passa a sofrer preconceito por parte de seus amigos, virando meio bichinho do mato, deixando[…]

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Campanha Dublin Street de Conscientização

Em algum momento de sua vida, você já ouviu falar sobre Depressão ou, até mesmo, precisou lidar com ela ou com uma pessoa em estado depressivo? Muitos não acreditam, mas a Depressão é uma doença que, quando não tratada, pode levar a pessoa à loucura. Samantha Young cria no universo de Dublin Street, uma personagem que sabe o quanto a Depressão e a Síndrome do Pânico podem ser prejudiciais. Quando a Editora LeYa me convidou para participar dessa campanha, eu confesso que fiquei meio receosa. Inclusive, pedi para a Débora, colunista aqui no blog, para escrever o post. Mas, depois de pensar sobre o assunto, resolvi dar a cara a tapa e dividir com vocês um pouquinho da minha “experiência” com essa doença, que pode nos atingir de inúmeras formas e níveis, quando menos esperamos. Em 2005, como aqueles que acompanham o blog há mais tempo sabem, perdi minha mãe. Ela foi atropelada em frente à nossa casa, enquanto atravessava a rua com o sinal fechado. Um louco, às 18h, veio a toda velocidade em uma rua de movimento, principalmente de crianças saindo da escola nesse horário. Minha mãe foi a “escolhida” da vez. Foi muito intenso, todo o processo de recuperação. Foram cirurgias e mais cirurgias, noites muito mal dormidas… sem contar a incapacidade de se locomover (minha mãe teve múltiplas fraturas nas duas pernas, o que os médicos chamam de polifraturas). Quando eu e minha família julgávamos que as coisas estavam melhorando, a vida veio e nos deu aquele golpe, uma semana depois do meu aniversário de 20 anos. Pode até parecer bobagem para alguns, mas[…]

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Não se preocupe com as críticas!

Oi, pessoal! Fiquei muito feliz com os comentários na última coluna. Mais uma vez agradeço ao convite da Nica e a oportunidade de bater um papo com vocês por aqui. Fiquei pensando sobre o que falar nesse mês e como percebi que muitas pessoas acabam deixando de lado o sonho de escrever por medo de receber críticas, achei que seria um bom tema para essa segunda postagem. Já conheci muita gente que sonha em ser escritor, mas que morre de medo de colocar o seu texto no mundo. O motivo? Pavor de críticas, julgamentos e de ver seu trabalho rejeitado pelo público. Conversando com um aqui, outro ali, vi que esse é um medo de muitos. Acreditem! Tem até mesmo autor já publicado que não consegue entender uma crítica ao seu livro. Andei dando dicas para os amigos que pensam em desistir antes mesmo de começar – “deixem esse medo de lado!” – pedi. Confesso que não sou a pessoa mais cheia de propriedade para aconselhar alguém sobre seus fantasmas – já que eu mesma sou cheia deles! Como meu pavor de avião e de lugares fechados, por exemplo! risos Mas acho que quando o medo interfere nos nossos sonhos, devemos colocar uma espada imaginária nas mãos para lutar. Mas, e se quando for publicado o meu livro receber um monte de críticas? Acontece! Veja o que você pode usar para o seu crescimento e o que não servir, deixa pra lá! Acho que o medo da crítica é tão irracional quanto o meu medo do avião. Sabe por quê?[…]

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Semana Passarinha de Conscientização do Autismo

Hoje, dia 02 de abril, comemora-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A fim de ajudar nessa campanha, a Editora Valentina, em parceria com os seus blogueiros, resolveu realizar a Semana Passarinha de Conscientização do Autismo e eu, é claro, não poderia deixar de levantar essa bandeira também, uma vez que já tive a honra de lidar com crianças com essa particularidade especial. Mas, afinal de contas, o que é o Autismo? Por que algumas pessoas ainda têm preconceito com essa síndrome cada vez mais presente em nossa sociedade? Em Passarinha, livro lançado pela Editora no ano passado, conheceremos a pequena Caitlin, portadora da síndrome de Asperger. A Síndrome de Asperger é considerada um tipo de autismo leve, que caracteriza-se por prejuízos na interação social, interesses e comportamentos limitados, porém, diferentemente do autista “regular“, não apresenta atrasos no desenvolvimento da linguagem falada ou na percepção da linguagem. Algumas das características mais comuns dessa síndrome são: desajeitamento motor, certas atividades e interesses ocupam toda a sua atenção, tendência para falar sobre o que querem sem se dar conta do interesse do outro, entre outras. Através da vida e das superações de Caitlin, a autora nos puxa a orelha para preconceitos e pré-conceitos em relação aos Transtornos do Espectro, nos fazendo perceber o mundo através dos olhos de Cat. Foi um dos melhores livros que li ano passado (você pode conferir a resenha aqui) e, com certeza, um dos que ficará marcado para sempre em meu coração e em minha memória. Graças a Deus, durante os meus quase 15 anos como professora de Inglês, tive[…]

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Um até breve, meu herói

O post de hoje é um dos mais difíceis que vou fazer em tanto tempo de blog. Não sei nem como começar. Estou realmente destruída, com o meu coração partido. Ontem, eu perdi a pessoa mais importante da minha vida, um pedaço enorme de mim: Meu Pai. Eu ainda não consigo acreditar. Ele estava bem. Rindo, conversando, brincando. E, de repente, se foi. Deixou a mim, meus irmãos, familiares e amigos. Eu estou sem chão. Não consigo parar de chorar. TUDO me lembra ele. Meu pai foi meu melhor amigo, meu exemplo de vida, meu pai, meu grande HERÓI. Como dizer adeus a ele? Como viver em um mundo onde ele não mais está? Como seguir adiante? Meu pai era como dói falar assim um homem maravilhoso. Simples. Humilde. Trabalhador. Amoroso. Foi com ele que aprendi a ser muito do que eu sou hoje. Ele era cheio de vida, de disposição. Não tinha tempo ruim. Estava sempre sorrindo. Sempre calmo. Para tirar o meu velho do sério, tinha que fazer algo muito grande mesmo. Ele tinha uma paciência de Jó! Ontem, ao procurar por fotos nossas, me senti muito triste, mas ao mesmo tempo, muito abençoada. Ele SEMPRE esteve e SEMPRE estará comigo. Em tudo o que ele me ensinou, em todos os momentos que pudemos compartilhar e que eu farei questão de passar para os meus filhos. Nossa, ele estava tão feliz que ia ser avô em breve. Eu pretendia dar um neto ou uma neta à ele esse ano. A nossa Manuela ou, agora, o nosso Manuel Neto. Fiquei sabendo,[…]

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Músicas, Livros e Vida

Estava no meu cantinho aqui em casa, trabalhando, quando me veio a ideia de falar sobre música. Mas, como assim, Nica? Então, eu tenho uma ligação muito forte com a música, quase tão intensa quanto a que tenho com os livros. Não sei se acontece com vocês, mas eu sempre estou com uma canção ou melodia na cabeça: enquanto leio um livro, enquanto estou trabalhando, quando estou escrevendo um post para o blog, no chuveiro, no carro… Enfim, onde quer que eu esteja, minha mente sempre arruma um jeitinho para fazer a conexão com alguma música. Tipo trilha sonora! Sim, é isso. Acredito que tendo a criar trilhas sonoras para todas as coisas que faço…  Quando estou feliz, penso em várias músicas alegres; quando estou triste, penso naquelas mais saudosistas ou meio down. hehe Não sei dizer quando isso começou ao certo, mas acredito que a música torna a vida mais colorida, assim como os livros. Eu sempre crio playlists para os livros que estou lendo. Aliás, já compartilhei algumas aqui com vocês, certo? É uma mania que tenho! Quando era mais novinha, adolescente, criava lista pros meninos que eu tinha uma quedinha! Nossa! Outro dia, procurando umas fotos, me deparei com uma antiga agenda… me diverti muito. Como somos bobos quando amamos pela primeira vez, né? E se dá errado? Parece que o mundo acabou! rsrsrs Saindo do drama do primeiro amor ou do amor não correspondido que todos nós já passamos, as trilhas sonoras que criamos acabam por nos dizer muito quem nós fomos ou somos, vocês[…]

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