Qualquer idade

Chega de Açúcar

Publicado pela primeira vez na Austrália, Chega de açúcar foi um fenômeno de vendas e alcançou grande sucesso também nos Estados Unidos e na Inglaterra. Sarah Wilson sempre achou que sua alimentação era relativamente saudável até saber a quantidade de açúcar escondido na comida e quanto isso afetava a sua vida. Quando ela se deu conta de que o consumo de açúcar poderia estar associado a oscilações de humor, ganho de peso, problemas de sono e doenças relacionadas à tireoide, decidiu acabar com isso de vez. O que começou como uma experiência logo se tornou uma missão: alertar sobre os perigos da substância e oferecer alternativas saudáveis e saborosas. Neste livro, a autora conta o que fez para conseguir se livrar da dependência, compartilhando ferramentas, truques e dicas inspiradoras. Em Chega de açúcar, você vai encontrar: Um programa de oito semanas para desintoxicar Ideias para substituir o açúcar sem comprometer a saúde Técnicas para superar o desejo por doce 108 receitas de pratos saudáveis, petiscos saborosos e doces guloseimas elaboradas pela autora e por seus colaboradores, incluindo a atriz Gwyneth Paltrow Mesmo que você ainda não se sinta pronto para abandonar de vez o açúcar, este livro pode ajudá-lo a reduzir o consumo e até alcançar mudanças positivas para o seu bem-estar.

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A Resposta

Uma história de otimismo ambientada no Mississippi em 1962, durante a gestação do movimento dos direitos civis nos EUA. Eugenia Skeeter Phelan acabou de se graduar na faculdade e está ansiosa para tornar-se escritora, mas encontra a resistência da mãe, que quer vê-la casada. Porém, o único emprego que consegue é como colunista de dicas domésticas do jornal local. É assim que ela se aproxima de Aibellen, a empregada de uma de suas amigas. Em contanto com ela, Skeeter começa a se lembrar da negra que a criou e, aconselhada a escrever sobre o que a incomoda, tem uma ideia perigosa: escrever um livro em que empregadas domésticas negras relatam o seu relacionamento com patroas brancas. Mesmo com receio de prováveis retaliações, ela consegue a ajuda de Aibileen, empregada que já ajudou a criar 17 crianças brancas, mas chora a perda do próprio filho, e Minny, cozinheira de mão cheia que, por não levar desaforo para casa, já esteve por diversas vezes desempregada após bater boca com suas patroas. Uma história emocionante e estarrecedora onde a cor da pele das pessoas determina toda a sua vida. Um livro que, devido ao seu tema, chegou a ser recusado por quase sessenta editoras antes de ser publicado.

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Meu Livro do Rio

É um guia? Um almanaque? Um diário? Meu livro do Rio é um pouco disso tudo. Pode ser útil para o leitor conhecer um cantinho novo da cidade. Ou para redescobrir um velho lugar. Pode revelar curiosidades, ajudar a desempatar dúvidas ou simplesmente proporcionar uma leitura agradável. E, quem sabe, ainda vai ajudar a organizar anotações, fotos e outros cacarecos que ficam espalhados (e perdidos) em blocos, celulares e redes sociais. Meu livro do Rio tem o jeitão carioca. É irreverente e despretensioso, mas com um olhar aguçado sobre a cidade. Só não tem a pretensão de ser definitivo. Cada um pode completar, discordar ou rabiscar como achar melhor. Se tudo correr bem, depois de algum tempo as páginas estarão bem diferentes, com a cara do leitor.

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O Príncipe Congelado

Nas terras longínquas do Reino de Arvoredo, os habitantes já estavam acostumados com um príncipe fora do tradicional. Phelipe, o herdeiro superestimado do trono tinha uma condição exótica e que fazia os moradores do Reino se perguntarem: “Como alguém pode ser tão gelado?”. A resposta para a pergunta não era simples e esmerada. Na verdade, era muito complexo entender o que tornara a majestade, um homem tão frio e indiferente. Disponível na Amazon (clique aqui)!

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Neve na Primavera

Seattle, 1933. Vera Ray dá um beijo no pequeno Daniel e, mesmo contrariada, sai para trabalhar. Ela odeia o turno da noite, mas o emprego de camareira no hotel garante o sustento de seu filho. Na manhã seguinte, o dia 2 de maio, uma nevasca desaba sobre a cidade.

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Pelos olhos de Maisie

A separação de seus pais gerou uma situação inusitada para Maisie. Apesar de a guarda ter sido concedida ao pai, acabou sendo estabelecido que a menina ficaria com os dois. Dividida, Maisie vira um joguete na mão do casal e, aos poucos, expõe os contrastes, entre virtudes e defeitos, entre inocência e cinismo, de ambas as partes – ao mesmo tempo que descobre um modo próprio de ver o mundo. A personagem está num lugar privilegiado para Henry James contar esta história admirável, feita de objetividade narrativa, observação detalhada e sutil ironia. Maisie já não é criança, mas ainda não é adulta. Situa-se ao mesmo tempo dentro e fora da trama. Por isso, sua vida ilumina e desvela costumes, princípios e fraquezas de uma família desagregada e de uma sociedade movediça. Escrito na fase mais fértil da carreira de Henry James, o romance está entre as grandes realizações do autor. Esta edição traz, entre outros aparatos, o prefácio que o próprio autor escreveu, em 1908, para a “New York Edition” de suas obras, extraordinário depoimento em que comenta seu método de trabalho e o processo de construção do romance.

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O Ipê a sonhar

O ipê, chamado Pepê, dormia e sonhava, quando sua amiga Vivi, a bem-te-vi, pousou em seus galhos, trouxe pauzinhos, montou um ninho e cantou bem alto para que o ipê acordasse. De repente, apareceu a pipa Assanhada, que, toda atrapalhada, se enroscou no ninho de Vivi e nas flores amarelas de Pepê. O susto foi tão grande que Vivi botou um ovinho! Para aumentar a confusão, um vento cheio de rebolado levou o ninho e o ovo de Vivi para bem longe. E agora, será que Vivi vai recuperá-los? E Pepê, vai continuar dormindo? Em seu primeiro livro infantil, Madza Ednir trabalha com diversos personagens que são trazidos à história de maneira acumulativa, convidando os pequenos leitores a memorizarem cada aparição da trama. Os nomes são divertidos e, somados às ilustrações coloridas e de fácil interpretação, abrem caminho ao universo lúdico. A leitura poética combina temas como a criatividade, o contato com a natureza e o mundo dos sonhos.

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Como se apresentar bem e alcançar o sucesso

Dale Carnegie ensina qual o segredo para se comunicar de forma perfeita com sua equipe Em Como se apresentar bem e alcançar o sucesso, aprenda a evitar ruídos na comunicação com chefes e subordinados ao tornar seu discurso eficaz e sua mensagem bem escrita. A partir de exemplos que abordam desde conversas particulares a grandes apresentações no ambiente corporativo, Dale ensina a transformar uma reunião monótona em algo divertido, com a comunicação feita de maneira clara, concisa e interessante. Com as dicas apresentadas, compreenda a linguagem corporal dos ouvintes assim como a precisão da sua oralidade para construir uma carreira bem-sucedida.

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A Arte de Pedir

Cantora e compositora, ícone indie, feminista, mulher de Neil Gaiman, agitadora e mobilizadora de multidões online: Amanda Palmer é um retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público. Após desligar-se de sua gravadora, Amanda recorreu ao então recém-lançado Kickstarter, site de financiamento coletivo, para conclamar os fãs a colaborar financeiramente para a produção do próximo álbum de sua banda. O projeto arrecadou mais de 1 milhão de dólares, recorde que chamou atenção tanto da imprensa como da indústria fonográfica. Desse episódio surgiu o convite para uma celebrada palestra nos TED Talks. O tema: saber pedir. Desdobramento inevitável da palestra homônima, o livro A arte de pedir trata essencialmente de recorrer ao outro, sem temor, sem vergonha e sem reservas. Por que não pedimos ajuda, dinheiro, amor, com a mesma naturalidade com que pedimos uma cadeira vazia num restaurante ou uma caneta, na rua, para fazer uma anotação? Pedir é digno e necessário, e é a conexão entre quem dá e quem recebe que enriquece a vida humana, defende Amanda. Longe de ser um manual sobre como pedir, o livro é uma provocação bem-vinda e urgente, que incita o leitor a superar seus medos e admitir o valor de precisar e doar ajuda, sempre.

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Surpreendente

“Surpreendente! – Pedro Diniz tem um desafio e um problema pela frente. O desafio: filmar um roteiro magnífico capaz de surpreender o público e conquistar o grande prêmio do cinema brasileiro. O problema: não ter ideia de como fazer isso. Aos 25 anos, recém-formado, Pedro está convencido de que é um sujeito muito especial, que tem a missão de usar o cinema como instrumento para melhorar o mundo. Diagnosticado na adolescência com uma doença degenerativa que o condenaria à cegueira, ele contraria a lógica da medicina quando a perda de sua visão estaciona de forma inexplicável. Enquanto comanda o último cineclube de São Paulo e trabalha em uma vídeo locadora da periferia, Pedro planeja seu próximo filme, a obra que vai consagrá-lo. E, para animar as coisas, conhece a intrigante Cristal, uma ruivinha decidida, garçonete e estudante de física nuclear, que mexe com seu coração. A perspectiva idealista de Pedro, porém, sofre sérios abalos. Atormentado por um segredo, ele parte com os amigos Fit, Mayla e Cristal numa longa viagem até Pirenópolis, em Goiás, a bordo de um Opala envenenado. Com câmeras nas mãos e espírito de aventura, a equipe técnica improvisada está disposta a usar toda a sua criatividade na filmagem feita na estrada ao sabor de encontros inesperados e de sentimentos imprevisíveis. E o jovem cineasta descobre que, quando o destino foge do script, nada supera o apoio de grandes amigos”.

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