O Teorema Katherine

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Se existe um autor que está nos holofotes do mundo literário é o John Green. Desde o sucesso com o livro A Culpa é das Estrelas (confira aqui a resenha), o autor vem conquistando leitores pelo mundo inteiro e posso afirmar, quem está falando aqui é uma fã de carteirinha!

Em O Teorema KatherineJohn Green nos apresenta Colin, um rapaz que desde pequeno é considerado um prodígio por seus pais. Com pensamentos rápidos e a capacidade de gravar inúmeros conteúdos, Colin se destaca, acima de tudo, por conseguir criar diversos diagramas com algumas palavras. Mas, além destas habilidades, o que faz Colin chamar atenção é o fato de ter namorado nada menos, nada mais do que 19 Katherines.

Cansado de ser considerado um prodígio, Colin decide que chegou o momento de atingir o nível gênio e inventor. Mas para isso acontecer, o rapaz acaba iniciando uma viagem com o Rebecão de Satã (nome lindo da sua van) e Hassan (seu melhor amigo islâmico) para desenvolver inspiração e criar o Teorema que irá explicar porque todas as Katherines terminaram com ele e, ao mesmo tempo, algo que irá prever o tempo dos seus próximos relacionamentos.

O Teorema Katherine é o terceiro livro do autor que leio. Contudo, foi o primeiro em que não fiquei suspirando ou apaixonada pelas personagens. Na verdade, foi mais um passatempo. E, apesar de Colin ser a personagem principal, quem me fez querer seguir com a história foi Hassan, com suas inúmeras piadas sobre o islamismo e seus conselhos engraçados.

Além dele, tem a Lindsey, uma menina que os amigos conheceram na primeira e única parada da viagem, que além de ser alegre, tem a bela mania de mudar de personalidade quando está na frente das pessoas. Ambas as personagens foram capazes de transformar o livro em uma leitura agradável.

Os únicos momentos em que cheguei a gostar de Colin foram nas notas de rodapé. É quando podemos ver o que a personagem realmente pensa, seu lado frágil e engraçado. Sem falar que as notas de rodapé me faziam entender “mais ou menos” o que o autor gostaria de dizer com aqueles inúmeros cálculos, que muitas vezes davam um dó na minha cabeça. risos

Acho que por causa de Colin e a matemática aplicada me fizeram não entender direito o que o autor gostaria de dizer sobre o livro. O que me fez ficar pensando, ” Qual será a lição que o autor gostaria de nos passar?” Por isso cheguei a conclusão de que a lição é: Não devemos tentar explicar tudo o que acontece em nossas vidas. Em alguns momentos, devemos simplesmente deixar acontecer.

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