Protocolo para paqueras

Quem nunca paquerou na vida? Bom, com certeza algumas pessoas e sem dúvida um monte de gente que se acha o paquerador mas paquera porcaria nenhuma. Esses dias conversando com Priscila, no grupo do Drafts, ela mencionou que é uma péssima paqueradora e eu, sendo um péssimo paquerador também, resolvemos nos unir e montar um clube. Mentira, um clube não, pelo menos um post, um protocolo. Afinal, o que é paquerar e como fazer isso da forma correta?

Pois é, à primeira vista me pareceu fake falar sobre algo que sou péssima, mas o Bruno me convenceu que não. Não vamos falar aqui de fórmulas, script ou qualquer textinho pronto, porque para as coisas do coração não há regrinhas básicas como vemos em livros e suspiramos com filmes. Bom, eu suspiro porque gostaria de fazer igual! Até no mundo animal existe a paquera. O macho de muitas espécies é menos atrapalhado do que eu, por exemplo! hahaha

Mas precisamos lembrar aqui que o conteúdo abaixo é algo pessoal e sem estudo científico, baseado apenas em nossas opiniões.

De acordo com o dicionário online “Dicio” podemos definir “Paquerar” como:

v.t.d. e v.i. Brasil. Informal. Demonstrar interesse amoroso por alguém; observar alguém demonstrando interesse amoroso por esta pessoa; azarar: paquerou um menino na escola; vive paquerando naquele parque.

Observar atentamente; vigiar: ele adora paquerar as roupas em lojas esportivas; sentou naquele banco e ficou paquerando durante horas. (Etm. paquerar/paqueirar: paqueiro + ar) – Dicio

Para simplificar, vamos usar “Paquerar” no sentido de entrar no jogo da conquista, ou seja, demonstrar interesse por alguém.

Passo 1 – Onde encontrar uma paquera?

Bruno: Eu tenho grande problema para paquerar por ser muito caseiro. Os ambientes que frequento não favorecem ao surgimento de paqueras com facilidade. Amigos em comuns? MUITO RARO. Aquela coisa de misturar turmas e tal quase não existe, o povo é ruim de network. Aposto que muita gente passa por isso. Fica à deriva, de boa, indo e voltando do supermercado até que do nada a paquera aparece e ninguém sabe o que fazer. Até uma amizade pode virar paquera. Não descarte nada. Afinal, onde encontrar uma paquera? De fato, não tem uma regra clara para isso, apenas evite sites de relacionamentos, é uma opinião pessoal, pode funcionar para algumas pessoas, mas não é algo que eu recomende para quem é emocionalmente saudável. Em um site de relacionamento, as chances de encontrar alguém extremamente carente e problemático é de 96,5%.

E, outra coisa: uma paquera pode surgir a qualquer momento, por qualquer motivo.

Priscila: Acho um bom lugar no supermercado. Não ria, Bruno! Mas é sério, mercado tem pessoas solteiras e um produto pode estar numa prateleira muito alta. Aí tem aquele cliente solteiro também do seu lado e você pede ajuda. Perfeito! Bom, seria perfeito se acontecesse comigo, pois sempre ao meu lado está o funcionário do mercado e para eles é comum ajudar as clientes baixinhas, logo não há interesse. risos

Ah, concordo também que sites de relacionamentos não são confiáveis e existem lugares melhores para encontrar a sua cara metade.

Passo 2 – Como identificar que encontrei uma paquera? E como iniciar uma paquera?

Bruno: Hoje em dia homem e mulher estão misturados, não existe mais coisa de homem e coisa de mulher como antigamente. E isso principalmente nas amizades, separar “simpatia” com “paquera”, é um grande desafio. Não posso considerar que um elogio, sorriso ou uma voz simpática é uma paquera, a menos é claro que eu esteja em uma boate ou barzinho, ambientes onde pessoas desconhecidas vão para “paquerar”. Então, é super justo deduzir que a pessoa queira algo ao ter essas atitudes. Mas, na rotina pessoal e profissional isso não cola, é necessário entender que a simpatia de alguém não implica que ela esteja afim de você. Se pela simpatia da pessoa você se sentir encantado e quiser iniciar uma paquera é justo, mas não é justo deduzir que é o mesmo do outro lado. Minha dica para iniciar uma paquera é movimentar as coisas: chamar para sair, ser especialmente agradável, elogios despretensiosos e deixar claro, de alguma forma, o interesse sem que pareça vulgar, como seria numa cantada de pedreiro.

Priscila: Confundir simpatia com interesse é muito comum acontecer, acredito que seja o nível de carência da pessoa e faz com que pense que o outro possa estar interessado. Ah, por favor, não faça a cantada de pedreiro! Eu como mulher não gosto e acho bem chato esse tipo de xaveco.  Mas simpatia é simpatia e interesse é interesse. Como naquela música ‘Rap da Diferença’: qual a diferença entre o Charme e o Funk/ um anda bonito, o outro elegante. Fui longe, eu sei, mas só consegui pensar nesse exemplo. risos Resumindo: simpatia e interesse são diferentes.

Passo 3 – Como agir diante da paquera após saber que é paquera mesmo? 

Bruno: Isso pode acontecer de repente ou aos poucos, depende muito de como você e a outra parte se aproximam. Mas, lembre-se que paquera não é paixão, você não precisa ser intenso ou fingir ser o que não é. Apenas seja suave, sem muitas ligações, sem muito grude e coisas do tipo. O grande pulo é sutileza. Não se comprometa demais, mas também não deixe as coisas superficiais demais. Outro detalhe, ao iniciar uma paquera onde os dois lados estão a fim, a qualquer momento um dos lados pode desistir também, então muito cuidado, essa fase é muito sensível. Porém, não tema, seja você e torça para que o outro lado goste de alguém como você é.

Priscila: Esse passo poderia ser o mais fácil, né? Não para mim! Quando eu sei que o interesse é recíproco, começo a agir de forma estranha. Acredite, é estranho mesmo! hahaha Eu não tenho dificuldades na fala nem outra coisa, mas de repente me transformo! (e a transformação não é no bom sentido =/)

Não sei o que dizer, falo coisas sem sentido, não minto sobre o meu apetite (digamos que ele me domina rs), aliás tenho uma história triste – e engraçada – sobre meu apetite (contada no final do passo 3) e fico vermelha a cada 5 segundos ao lado do outro. Isso não é legal! Pois posso transparecer que não estou interessada, mas estou! Eu juro!

Então, se você é desastrada (o) também, pense no que vai falar, mas acima de tudo seja você mesma (o). Essa é a única ‘regra’ a seguir. *-*

** Estava conhecendo uma pessoa, ainda estava na fase da conversa e ainda não havia marcado encontro oficialmente. Tudo bem. Numa manhã de sábado, eu fui tomar café da manhã na lanchonete e estava aguardando meu pedido, quando inesperadamente quem entra? Sim. Minha iminente paquera! E onde ele resolveu se sentar? Ahã. Perto de mim. Ele fez o pedido e eu continuava aguardando, só que agora eu tremia, estava nervosa. Não, não pensem que era porque estava perto dele, mas sim porque havia pedido dois IMENSOS pães de queijo! Para alguém com apetite normal comeria um, mas não pra mim, não para o meu estômago infinito. E os pães de queijo IMENSOS chegaram e eu fiquei sem reação. Mentira, no início fiquei envergonhada e sem graça, mas não encontrei outra solução e comecei a comer, mas de repente pensei ‘por que eu pedi dois?’. Já era tarde. =/ Bom, o final da história é que eu comia mais que ele e acho que isso o assustou. Mas como disse antes: não seja quem você não é. Bom, pelo menos agora eu aprendi a comer UM pão de queijo e me sentir satisfeita. **

Passo 4 – Seja feliz! 

Bruno: Você conheceu, manifestou seu interesse e ambos lados iniciaram um clima de paquera, e agora? O objetivo de uma paquera quase sempre é viver um momento romântico efêmero, como um beijo ou uma linda noite de amor (apenas para os maiores de 18 anos, é claro hihihi), se esse efêmero vai se tornar algo sério ou não, não vem ao caso, mas algo sério sempre começa de uma paquera.

Agora, dê o melhor de si, não apenas durante a paquera, mas depois também. Aquele lance de “ligar no dia seguinte” não significa que você quer casar com a pessoa, mas deixa uma boa impressão. Transmita que a pessoa que você ficou e paquerou é importante, e isso vale para os dois lados. O protocolo termina aqui. Mas após isso você pode fazer mais. Só não faça nada de forma forçada. Se quiser ver a pessoa de novo, então veja. Se não quiser, deixa claro, de forma sutil ou bem sincera, afinal, o combinado nunca sai caro.

Priscila: Como o título do passo 4 sugere: seja feliz! Aliás, esse é meu lema. Se você chegou até aqui é porque conheceu alguém, rolou conversa e ela foi boa (porque ninguém merece passar a vida com quem não tem um bom diálogo), teve o primeiro encontro, o segundo, o terceiro e por aí vai, já se ligam e a sintonia é recíproca. Ótimo! Não tenha medo de ser feliz. Ninguém é perfeito, mas uma coisa é certa: existe sempre alguém que vai fazer suas imperfeiçoes se encaixarem nas perfeições dela e vice-versa. :3

Conclusão

Priscila: Uma coisa que percebi que felicidade e paz são certezas que levo sempre comigo. Ninguém deve se anular em função do outro, levar uma relação ruim adiante por medo de ficar sozinha (o) ou estar em um relacionamento onde só há doação de um lado, só piora algo que está errado conosco. Ser infeliz deixa até a pele feia. E sabemos que quem ama cuida, doa, espera, respeita e, acima de tudo, quer a felicidade do outro. Não tenha medo de ficar sozinha (a), se conhecer é muito bom. Acredite. Aliás, nas sugestões de filmes está um que é perfeito para mim: Antes só do que mal casado! Por isso, antes do envolvimento, conheça a si primeiro, se ame, se aceite do jeito que é para que ninguém dite o que deve ou não fazer, o que deve ou não ser.

Bruno: Levar um fora é sempre ruim, mas não deixa isso te travar. Tem muita informação que não temos acessos. Talvez minha beleza não atraia, mas algum outro fato sim. Por isso, sinta primeiro que sua paquera vale a pena, sinta que “quer lutar essa guerra”. Se conseguir, ótimo; se levar o fora, pelo menos foi por algo que julgou importante. Sempre que lutamos por algo que julgamos importante, os resultados são positivos.

De forma resumida, paquerar faz parte da vida, mas nem sempre estamos preparados para reagir, muitas pessoas são tímidas e quando se veem sendo alvo de paquera já acham que é pegadinha (eu sempre acho), mas temos que aproveitar e saber como conduzir as coisas. E o mais importante: curtir alguém não é pecado, se você acha alguém interessante, tente movimentar as coisas.

 

** Abaixo estão listados alguns filmes sobre encontros e desencontros. Vale a pena conferir! 😉 **

– Eu odeio o dia dos namorados

– Como perder um homem em 10 dias

– Ele não está tão a fim de você

– Simplesmente acontece

– Paixão de aluguel

– 10 coisas que eu odeio em você

– Apenas amigos

– Do que as mulheres gostam

– Hitch – Conselheiro amoroso

– Antes só do que mal casado

– Ligados pelo amor

– Verdade nua e crua

– Encontro às escuras

– Mensagem instantânea

– Simplesmente amor

– Do outro lado da linha

– Qualquer gato vira-lata (nacional)

– De repente é amor

– Juntos pelo acaso

– Enquanto você dormia

 

Protocolo para Paquera – Resumo

1 – Início

  • Achar/Conhecer – Procure em ambiente saudáveis. Ambiente dá dicas e pistas, mas nunca tome isso de forma absoluta.

2 – Movimentando uma paquera

  • Inicie e receba uma paquera com naturalidade. Não seja arrogante. Saiba iniciar e saiba movimentar um momento de paquera, caso queira. Seja você mesmo. Charme é diferente de falsidade.

3 – Ou vai ou racha

  • Paquera é jogo rápido e não implica em compromisso. Se não quer, ok. Do contrário, não fica em cima do muro.

4 – Fim

  • Demonstre que a pessoa é importante na medida proporcional ao seu interesse: se quer mais, vá atrás sem grudar. Se não quer, finalize seu contato de forma descente. Ligue no dia seguinte, mande email, flores, uma passagem para curtir férias em algum lugar legal, algum livro… Aliás, livros não. Livros só se estiver muito a fim mesmo da pessoa. haha Enfim, finalize seu curto período de relacionamento com o mesmo respeito que começou.

Por fim, se você gostou do nosso Post, Clique aqui e baixe um PDF com o conteúdo simplificado do Post 

 

Sobre o autor

Drafts da Nica
Drafts da Nica

Drafts da Nica ou “Rascunhos da Nica”, em tradução livre, surgiu em novembro de 2011. Após sair da Wizard em que trabalhava, Mônica Quintelas aproveitou o tempo livre e a vontade de escrever para compartilhar sua paixão pelos livros e conhecer novas pessoas.

20 comentários

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  • Nossa ja passei da epoca das paqueras, ja to bem velha pra isso…hahahaha
    mas lembro da minha epoca minha mae e meu pai eram muito severos, nossa lembrando agora ate fico rindo aqui, bons tempos… rsrs

  • Gente, me senti lendo aquelas revistas adolescentes de novo, como eu adorava aquela época! hahahahaha
    Acho que o meu forte na paquera nunca existiu rs Sempre fui muito tímida pra essas coisas, ainda bem que meu namorado não é como eu, senão estávamos enrolando até agora kkkk
    Além disso, eu tinha muita dificuldade em notar quando estava sendo paquerada, a não ser que a pessoa jogasse isso na cara, aí sim rs Mas eu era muito lerda mesmo, pelo menos não precisa me preocupar com isso mais kkkkkk
    Eu amei o post, vocês conseguiram dar as dicas direitinho, e acho que vocês são bons sim e não estão querendo entregar rs
    Quero mais posts assim, super curti!

    • Obrigado pelo comentário Patrini. Como eu sempre falo “na teoria todo mundo sabe muita coisa”, mas alimentar teorias nos ajuda a conduzir bem as coisas na prática.

  • Aí vocês tocaram em um assunto bastante espinhoso pra mim. kkkkkkk
    Sou uma completa negação no quesito paquera. Acho que muito do meu “fracasso” nessa área, se deve ao fato de ter uma auto-estima super baixa. Sempre acho que nunca vou ser alvo de delas e, quando alguma garota está sendo muito simpática, nunca acho que é uma paquera, até algum amigo me falar. Quando me dou conta, a coisa já desandou. Enfim, achei massa esse “tutorial”, e vou tentar seguir as dicas de vocês.

    @_Dom_Dom

    • Não é fácil mesmo. Ter características mais objetivas como beleza, ser esportistas e pop é mais fácil se sentir seguro. Veja pelo lado de “se alguem desistiu fácil de você, é sinal que não era para rola”. Mesmo quando achar que “só tá sendo simpática”, se a pessoa te interessa, paquera também, não é pecado se interessar por alguem, mas como dissemos no post “seja sutil e educado”.

      Bora paquerar que o tempo não para!

  • Paquera em si não chega a ser um grande problema, consigo identificar e saber diferenciar simpatia de interesse, exatamente como vocês citam muito bem, no começo da paquera o que pode definir se haverá ou não algo é ter assunto, agir naturalmente ( por mais difícil que pareça) e ver as afinidades e diferenças que pode ocorrer.
    O lugar é fundamental, mas acredito que em qualquer lugar pode surgir uma paquera, por isso é bom estar sempre atento e principalmente bem consigo mesmo.
    Ótimo post, dicas interessantes e coisas que todos nós já passamos pelo menos uma vez na vida ( menos pedir pão de queijo gigante, ainda mais 2…haha), paquera é importante, agora quando tem que rolar, vai rolar independente do que aconteça.

    • Kkkkkk David, pelo menos serviu de lição para mim: agora só como um pão de queijo gigante! Vai que no dia que peço dois de novo o (possível, futuro) amor da minha vida se assusta?
      Mas obrigada pelo seu comentário… você já no caminho certo!
      Abraços 😉

        • Hahahaha Bruno, sou uma pessoa pra casar então, pois sou feliz comendo………… kkkkk e comendo pão de queijo não tem como ficar triste, né? 😀

  • Gostei do texto, e desde quando nos conhecemos vimos que somos parecidas em algumas coisas, né, Priscila? Então, na paquera também somos… Sempre acho que fiz e falei tudo errado… kkkkkkkkkkk

    • OI Dê, que felicidade você passar por aqui!!!!!!!!!!! Que bom que gostou, minha querida! Sim, somos parecidas em algumas coisas… hahaha
      Sou meio desastrada em muitas coisas, tipo: comer algo e cair na roupa. Minha cara. Na hora da paquera: não saber o que dizer. Muito eu. =/
      Mas um dia gente aprende, né Dê? kkk
      Beijinhos lindona :-*

    • Olhaaaaaaa, isso não é mais paquerinha, já pode casar haha. Obrigado pelo comentário \o

  • Pensando aqui com meus botões….eu não faço ideia de como foi que surgiu a paquera entre eu e meu marido.
    0.o
    Sei lá…quando a gente se deu conta já tava se atracando por ai! hahahahahaha
    Essas noites na Lapa regadas a álcool dá nisso…

    Eu acho que nunca paquerei ninguém, eu acho que sempre fui paquerada. E seguia o conselho da mamãe: seja difícl! kkkkkkk
    Alguns filmes desta lista são muito bons! Vou assistir os que eu ainda não conhecia ou não tive oportunidade ainda.

    • Oi Natalia! Obrigada pelas observações… como eu falei: sou desastrada nessa arte, mas não perco as esperanças… hehehe Que legal sobre você e seu marido, mas não há receitinha pra isso, né? O que importa é que deu certo e desejo muitas felicidades!
      A lista poderia ser bem maior, mas quando a gente precisa da memória, nem sempre ela ajuda. kkkk
      Um beijo

  • Foi ótimo ler esse post! Não basta conversar sobre esse tema com o Bruno, tenho que vê-lo concretizá-lo em um texto! kkkkk Arrasaram, concordo plenamente! Poderiam montar uma assessoria para relacionamentos! kkkk Jesus, já assisti quase todos os filmes que recomendaram, acho que estou letrada! hahaha Não, não estou! Quem algum dia estará? kkkk
    Beijos

    • Obrigado Victoria. Sempre bom conversar contigo, com certeza seu ponto de vista colaborou para concretizar o post \o/
      Acho que levando em conta que você viu todos os filmes do post, você deveria abrir uma consultoria haha

  • Bruno e Priscila, adorei a maneira como vocês falaram da paquera.
    Devo dizer que sempre achei isso bem difícil.
    Me pergunto até hoje como foi a paquera entre mim e meu noivo, tudo culpa dele e eu vermelha.
    Mas vocês mostraram de um jeito leve e engraçado até.
    Adorei a listinha dos filmes, alguns eu já assisti. 🙂

    • Felicidades para você e seu Noivo.

      Paquerar é muito legal e às vezes tão natural que nem lembramos como foi hahaha. Obrigado pelo comentário \o/

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