Sobre apoiar projetos

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Mês passado eu fiz meu primeiro apoio em projetos colaborativos. Eu só poderia colaborar com um e estava na dúvida entre dois projetos. Um era o projeto Histórias de Verdade e o outro era Dona Moça. A experiência foi tão legal que quero conversar com vocês sobre o assunto.

Há duas formas de financiamento coletivo. Tem o mais comum: por projetos – com início e fim definidos – em plataformas nacionais como o Catarse e o Kickante; e o recorrente – como uma assinatura – em plataformas nacionais como o APOIA.se e o Unlock. Uma plataforma internacional bastante conhecida e utilizada pelos youtubers é o Patreon (modelo de financiamento coletivo recorrente).

Eu apoiei um projeto e tenho uma listinha de pessoas que acredito e quero apoiar no modelo recorrente quando tiver uma renda constante e poder fazer esse compromisso financeiro.

Eu já conhecia o termo “financiamento coletivo” antes de começar a leitura de A Arte de Pedir, da Amanda Palmer. Porém, foi só após o livro que esse universo despertou meu interesse e, consequentemente, passou a surgir mais no meu ‘caminho’.

Escritoras independentes como a Aline Valek também usam esse modelo para poder pagar as contas. Ela não utiliza nenhuma plataforma, mas você pode apoiá-la através de um link do pagseguro no site. Uma forma legal também.

Não vamos romantizar nosso olhar. Essas pessoas recebem apoio coletivo para realizarem um trabalho. Seja ele um projeto que, sem a ajuda coletiva, não sairá do papel ou a produção de um conteúdo que, sem o apoio coletivo, o produtor ficará sem poder continuar entregando esse conteúdo de maneira acessível para você e outras pessoas.

A Amanda Palmer comenta no livro dela que algumas pessoas pensam que isso é “mendigar demais”. Certa vez o Pedro Céu deu o exemplo de que é como se ele tivesse tocando algum instrumento na rua com o chapéu exposto para cada um contribuir com o quanto achava justo. Isso pode trazer a imagem de “mendigando” também. E o financiamento coletivo é tão diferente disso. Eu acredito que ele desperta o melhor de ambos, de financiado e financiador. É uma ajuda mútua. Você abraça, apoia e acredita no trabalho de alguém e esse alguém continua gerando valor para você e para o mundo com o trabalho dele. É um compromisso feito pelos dois lados.

Essa é uma opção muito interessante para produtores de conteúdo, que tem se expandido e eu acredito que a tendência é expandir ainda mais. Agora, eu quero ouvir o que você pensa a respeito. Deixe nos comentários qual a sua opinião sobre o financiamento coletivo. Eu não sei tudo desse universo e vou amar aprender e/ou discutir o assunto com você. 🙂

Lembre-se de compartilhar o post com aqueles amigos que geram valor para mundo e ainda não sabem como rentabilizar o que fazem. 😉

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