Marcador -Amor

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A Garota do Penhasco
2
Pausa
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Métrica
4
Álbum de Casamento
5
Easy
6
Will & Will
7
Sangue Quente

A Garota do Penhasco

Como foi difícil iniciar a leitura de A Garota do Penhasco! Calma, calma, não foi porque a história é ruim ou algo do gênero (já vou avisando que é ótima), mas sim, por causa do tamanho do livro. Afinal, ler 529 páginas não é para qualquer pessoa, principalmente um livro com tantos detalhes! Porém, posso dizer que Lucinda Riley foi capaz de quebrar o meu medo de livros grandes e me prender por completo em sua história!  Lucinda Riley nos apresenta cinco gerações da família Ryan e Lisle, nos provando o quanto o tempo acaba sendo autor de uma grande piada ao repetir sempre as mesmas catástrofes na história dessas duas famílias, mantendo-as assim unidas pelo amor e muitas vezes pela dor. E para nos contar a historia de quando Grania Ryan avistou pela primeira A Garota do Penhasco, nada como a narradora dos fatos do livro ser Aurora Devonshire, a própria menina. Grania Ryan acabara de perder o seu primeiro filho. E apesar de morar com Matt em Nova York por 8 anos, a perda acaba dando motivos suficientes para retornar à antiga fazenda da família, na Irlanda, para colocar seus pensamentos no lugar. O problema é que o choque foi muito grande e com o tempo passando, sua mãe, Kathleen Ryan se vê preocupada com o futuro de sua filha. Porém, o que ela não sabia é que Grania acabara de conhecer Aurora Devonshire, filha de Alexandre Devonshire, viúvo de Lily Lisle, filha de alguém que Kathleen guarda muita mágoa por conta do passado. Opa, conseguiu entender um pouco do que acabei de falar sobre o[…]

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Pausa

Como começar a resenha desses livros que eu simplesmente AMEI e que fizeram parte dos meus favoritos em 2013? Métrica e Pausa são surpreendentes, emocionantes, apaixonantes, viciantes… Palavras que talvez não expressem a magnitude desses dois livros escritos pela Colleen Hoover. Muito obrigada por trazer esse livro para o Brasil, Editora Record!!! <3 Sabe aquele livro que você não consegue soltar até que tenha chegado à última página e descoberto o desfecho daquela história e daquele conflito? Esses dois livros são assim. Tão perfeitos que você lê em um dia, que você chora, ri, experimenta, sente… Quando o burburinho na blogosfera começou por conta do primeiro livro, Métrica, da diva Colleen Hoover, eu não sabia o que esperar. Estava com medo de me decepcionar. Estava dando muita sorte nas leituras naquela época e, quando o povo fala demais, a gente logo desconfia! rsrs Mas então, eu resolvi comprar o livro e ver no que dava. Sem grandes expectativas. Apesar de que, pela sinopse e por me conhecer bem, sabia que era mole eu me apaixonar por mais esse YA. E, dito e feito. Foi amor à primeira leitura. Daquele tipo incontrolável, que você esquece o marido, o feijão no forno, que você se isola e só volta pra vida real quando termina. E sim, galerinha, eu fiquei viciada em Will e Layken. Eu mal podia esperar para ler Pausa quando terminei Métrica. Acho que eu só consegui mesmo porque tinha outros livros bastante desejados (aka Princesa Mecânica) pra ler. Por que, caso contrário, acho que eu tinha tido um troço. hehe Como essa resenha é dupla, prometo que vou tentar não soltar spoilers[…]

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Métrica

Como começar a resenha desses livros que eu simplesmente AMEI e que fizeram parte dos meus favoritos em 2013? Métrica e Pausa são surpreendentes, emocionantes, apaixonantes, viciantes… Palavras que talvez não expressem a magnitude desses dois livros escritos pela Colleen Hoover. Muito obrigada por trazer esse livro para o Brasil, Editora Record!!! <3 Sabe aquele livro que você não consegue soltar até que tenha chegado à última página e descoberto o desfecho daquela história e daquele conflito? Esses dois livros são assim. Tão perfeitos que você lê em um dia, que você chora, ri, experimenta, sente… Quando o burburinho na blogosfera começou por conta do primeiro livro, Métrica, da diva Colleen Hoover, eu não sabia o que esperar. Estava com medo de me decepcionar. Estava dando muita sorte nas leituras naquela época e, quando o povo fala demais, a gente logo desconfia! rsrs Mas então, eu resolvi comprar o livro e ver no que dava. Sem grandes expectativas. Apesar de que, pela sinopse e por me conhecer bem, sabia que era mole eu me apaixonar por mais esse YA. E, dito e feito. Foi amor à primeira leitura. Daquele tipo incontrolável, que você esquece o marido, o feijão no forno, que você se isola e só volta pra vida real quando termina. E sim, galerinha, eu fiquei viciada em Will e Layken. Eu mal podia esperar para ler Pausa quando terminei Métrica. Acho que eu só consegui mesmo porque tinha outros livros bastante desejados (aka Princesa Mecânica) pra ler. Por que, caso contrário, acho que eu tinha tido um troço. hehe Como essa resenha é dupla, prometo que vou tentar não soltar spoilers[…]

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Álbum de Casamento

Álbum de Casamento foi amor à primeira virada de página. Confesso que esse é o primeiro livro de Nora Roberts, autora mundialmente conhecida e uma versão feminina de sucesso do Nicholas Sparks, que leio. Se arrependimento matasse, ah, eu já estaria mortinha da silva. Como assim? Sempre fiquei me perguntando porque as pessoas idolatravam a autora, porque os livros dela vendiam tanto e estavam sempre presentes nas listas dos mais vendidos, mas eu ainda não tinha tido aquela vontade de lê-la. E não, na faculdade de Letras nunca li nada dela também. Graças à Editora Arqueiro, minhas dúvidas foram sanadas e meu arrependimento por não ter dado uma chance à autora antes veio à tona. Nora Roberts escreve de maneira leve e fluída, com uma narrativa daquelas gostosas de se ler, que te envolve e te aproxima às personagens. Uma vez que comecei a ler Álbum de Casamento, não queria mais parar. Não é um romance daqueles que você vai encontrar grandes acontecimentos, mas é um livro palpável e que trata dos sentimentos mais simples, como amor e amizade, como confiança e cumplicidade, como perdão e superação. Álbum de Casamento é o primeiro volume de uma série composta por quatro livros e intitulada Quarteto de Noivas. Nesse primeiro livro, Nora nos apresenta às quatro amigas de infância, que adoravam brincar de casamento quando crianças e que, quando adultas, acabam montando uma empresa chamada Votos, voltada para o planejamento e a organização de uma bela cerimônia de casamento, sempre na casa onde Parker, uma das amigas, fora criada e herdara com seu irmão Del após a morte dos pais. Com[…]

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Easy

Easy faz jus à tradução em português. Um livro fácil de amar e que facilmente nos deixa com gostinho de quero mais. Sabe aquele tipo de livro que a gente só consegue largar quando termina? Então, foi assim com Easy. Eu não conseguia deixar ele de lado… tanto que terminei de ler no carro, indo pro trabalho! risos Com uma história bem real (em partes, até demais) e com personagens que poderiam muito bem fazer parte do nosso grupo de amigos de escola/faculdade ou serem nossos vizinhos, Tammara Webber nos conquista e arrebata nossos corações para essa trama sexy e apaixonante. Aliás, é impossível não se envolver com Lucas e Jacqueline.  Eles são dois fofos. Cada um com seu drama particular, dois sobreviventes desse mundo cão. Uma das coisas que me chamou a atenção para ler esse livro, antes mesmo de ele ser lançado aqui no Brasil – tanto que eu já tinha começado a ler em inglês, mas parei quando soube que a Verus iria publicá-lo por aqui -, foi a comparação feita ao livro Belo Desastre, de Jamie McGuire. O que eu devo dizer que procede e não procede. Como assim, Nica? Então, eu não achei o Lucas tãaaaaao parecido com o Travis. Eles têm algumas semelhanças. Mas, confesso que o Lucas faz mais o meu estilo! risos Ambos são lindos, cobiçados pelas garotas, tatuados (coisa que eu particularmente adooooro), com aquele ar sonhador e bad-ass de ser, super protetores e que já tiveram sua cota de sofrimento na vida. Porém, Lucas é mais reservado… ele se sacrifica mais pelas pessoas. Inclusive por Jacqueline. Não é tão na cara como[…]

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Will & Will

Alguns livros são tão maravilhosos que escrever uma simples resenha sobre eles não parece ser bom o suficiente. Exatamente o que vem acontecendo comigo ultimamente. E Will & Will é mais um dos componentes desse grupo de livros que nos pegam de jeito, que nos deixam “in love”! Will & Will é a prova de que uma brilhante junção entre dois excelentes escritores, John Green e David Levithan, pode dar muito certo. E isso fica claro logo no primeiro capítulo. Eles conseguiram criar personagens homônimas, mas com personalidades e falhas próprias. No primeiro capítulo, conheceremos o Will Grayson apático e que tenta manter-se em seu próprio “casulo”, sem muitos amigos, sem deixar que os outros se aproximem demais – principalmente as meninas –, com medo de sofrer! Já no segundo capítulo, nos é apresentado o Will Grayson mais deprimido, gay não assumido, apaixonado por um menino que conhece na internet, e que tem dificuldade em ver o lado bom das coisas. Engraçado como conseguimos nos envolver com ambos os Will. Quando estava lendo o capítulo de um, não queria mudar para o próximo. E vice-versa. Algumas pessoas disseram que não dava para perceber qual dos dois autores escrevia. Eu acredito que consegui. A escrita de John Green é única, em minha opinião. Sem contar que os capítulos foram diagramados de maneiras distintas, muito parecidas com o temperamento de cada uma das personagens. Os do Will de David, o segundo que nos é apresentado, são todos em letra minúscula, nem os nomes começam com maiúscula! Claro que no começo eu estranhei, mas logo me acostumei e[…]

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Sangue Quente

Imaginem um cenário caótico, um mundo destruído, quase sem vida. Agora somem a isso zumbis famintos e humanos se concentrando em um estádio para sobreviver. Esse é o plot de Sangue Quente, o livro maravilhoso de Isaac Marion, que vai muito além desse novo mundo apocalíptico. E é em meio a esse ambiente nada agradável, diga-se de passagem, que conheceremos um jovem zumbi ao revés. Sim, R é diferente dos outros de sua “espécie”. Ainda que não se lembre muito de sua vida como humano e nem de seu nome verdadeiro; ele tem algo de diferente, algo de singular, que o faz sensível mesmo quando está dilacerando as partes de uma pessoa ou comendo (eca!) seu cérebro. Um morto-vivo com sentimentos, eu diria. “Dou de ombros, pensando que apesar de ser um gesto banalizado ao extremo, funciona em alguns momentos. Talvez seja uma linguagem necessária em um mundo sem palavras como o nosso.” – R – Como os demais zumbis, R não consegue se comunicar muito bem, sua eloquência é bastante prejudicada, principalmente no começo do livro, fazendo-o parecer um bebê que está aprendendo a falar. Se falta articulação na hora de falar, o mesmo não acontece em sua mente. Ele lamenta profundamente toda vez que necessita consumir uma vida humana para sanar sua fome. No entanto, ao mesmo tempo que isso o causa repulsa, é a única maneira que R tem de sentir emoções, reviver sentimentos, momentos de cor e vida. “Ela fica me encarando. Seus lábios estão comprimidos e pálidos. Aponto para ela, para minha boca[…]

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