Marcador -esperança

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O menino que colecionava sonhos
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8 Segundos
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A Cidade Murada
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Desaparecida
5
A Lista de Brett
6
Tempo de Mudanças
7
Todo Dia

O menino que colecionava sonhos

Você já deve ter conhecido um menino chamado Antony. Se não conheceu, talvez tenha sido esse próprio menino. Nenhuma das alternativas? Não importa! Você vai se apaixonar por ele.

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8 Segundos

Um romance viciante e apaixonante, de tirar o fôlego e envolver o leitor do início ao fim. Pietra e Lucas são a prova de que os opostos se atraem e, quando se permitem viver a paixão que acendem um no outro, se completam e transformam.

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A Cidade Murada

Escrever sobre A Cidade Murada não é tarefa fácil, caro leitor. Ainda mais quando sabemos que a ficção foi inspirada pela graças a Deus extinta Cidade Murada de Kowloon, um “favelão vertical” situado em um antigo distrito de Hong Kong. Ainda que as personagens sejam fictícias, a sensação de verossimilhança transborda das páginas do livro ao pararmos para pensar que “ei, talvez isso não seja tão impossível, talvez tenham existido muitos Dais, Jins e Mei Yees”.

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Desaparecida

Emma Tupper não existe mais. E por que não, então, inventar uma nova Emma Tupper? “Só poeira. É como se eu tivesse sido apagada. Transformada em cinzas.” Quem nunca sonhou em recomeçar a própria vida do zero? A jovem advogada Emma Tupper se vê diante dessa oportunidade quando volta para casa, após passar seis meses desaparecida na África. Surpresa, percebe que todos acreditam que ela estava… morta. Emma descobre que sua antiga vida foi apagada. O apartamento onde vivia acaba de ser alugado para um novo inquilino, o misterioso fotógrafo Dominic. No escritório de advocacia, no qual construía uma carreira brilhante com chances de concorrer ao cargo de sócia, sua rival Sophie se apossou não só de seus clientes e de sua sala, mas também de seu namorado, Craig. Enquanto tenta resolver o caos no qual seu mundo se transformou, Emma se questiona: ela era feliz antes de sua viagem à África? Tinha valido a pena se sacrificar tanto em nome do trabalho? Amava Craig de verdade? Queria mesmo ter aquela vida de volta? Romântico e espirituoso, Desaparecida revela a envolvente trama de uma mulher à procura de si mesma.

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A Lista de Brett

Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe. Seus desejos adolescentes não têm nada a ver com suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. Outros parecem mesmo impossíveis. Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência. Brett Bohlinger é uma pessoa que não tem do que reclamar. Um emprego na empresa de sua família, uma situação financeira excelente, um namorado maravilhoso, bem sucedido com quem divide um loft moderno… Sua vida poderia ser considerada um conto de fadas por quem estivesse de fora. Na verdade, até por ela mesma. Pelo menos, até o falecimento de sua amada mãe. Extremamente abalada por ter perdido a pessoa que mais amava no mundo – e que a melhor compreendia, Brett tem que superar a morte da mãe. Ela pretende focar em seu cargo na empresa da família, que logo seria dividida entre ela e seus irmãos. Só que tudo muda de figura quando, na leitura do testamento da mãe, Brett descobre que para receber sua parte da herança, ela precisa realizar uma lista de atividades. De sonhos, na verdade. Sonhos que ela tinha quando era adolescente e que sua mãe guardara por todo esse tempo. Confusa, magoada e sofrendo, Brett não entende como sua mãe pode fazer isso com ela – principalmente baseada em desejos de uma pessoa que Brett já não era fazia tempo. Nenhum dos desejos de sua versão de 14 anos pareciam realísticos agora[…]

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Tempo de Mudanças

Na história, acabamos sendo apresentados à Daniel, Robyn, Lydia e Jean. Daniel, um homem que ainda não chegou aos cinquenta, mas que já tem seus dias contados. Internado, com a ajuda de sua amiga Maggie, ele passa seus dias oscilando entre a inconsciência causada pelos remédios e as lembranças de sua vida até ali. E, em um dia de consciência, ele conta para Maggie que tem quatro filhos no mundo que nunca conheceu. Agora, tudo que ele queria era poder conhecê-los. Assim, Maggie começa a busca pelos quatro filhos de Daniel. Robyn tem 18 anos, é completamente diferente de sua mãe e sabe que é fruto de uma inseminação artificial. Ela evita o assunto o máximo possível, mas sonha em seguir os passos do seu pai desconhecido: por ter acesso à uma ficha de informações, a menina passa seus dias tentando imaginar como ele seria, e tenta espelhar seu destino com a perspectiva de ser filha de um médico francês (algo que constava na ficha dele). Lydia já é uma mulher. Ela é bem sucedida, mal sabe lidar com o dinheiro que tem, e já passou por muita coisa na vida pra chegar aonde está. Sua mãe morreu quando ela tinha 4 anos e, desde então, ela é criada por seu pai, com quem nunca teve muita afinidade. Um dia, depois que seu pai morre, ela recebe um pacote com documentos que mostram que ela, na verdade, era o resultado de uma inseminação artificial. Então, Lydia tem que decidir como lidar com a informação e como seguir com a sua vida, percebendo que muitas[…]

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Todo Dia

Como começar a resenha de um livro que você amou e odiou ao mesmo tempo? Não sei como, mas David Levithan conseguiu causar esses dois sentimentos em mim. Calma! O livro não é ruim. Tá longe disso. Posso dizer que foi um dos melhores livros que li em 2013, assim como Will & Will que o autor escreveu em parceria com John Green e também foi publicado pela Galera Record. A escrita do David é bem intensa, isso é inegável, porém é do tipo que te domina, que prende sua atenção, inclusive por conta dos detalhes com que o autor narra a história de A., nossa personagem principal em Todo Dia.  Com uma premissa única, Todo Dia é o tipo de livro que vai te deixar com aquela coceirinha na mão de quero mais. Todo Dia é fascinante e instigante. A, que não sabemos ao certo ser do sexo masculino ou feminino, é apenas uma identidade e alma, sem vida própria e sem corpo. Ele (eu optei por usar o pronome masculino aqui) nunca teve nada diferente disso desde que se entende por “gente”. Ele experimenta a vida e os sentimentos dos corpos que habita… por apenas UM DIA. Alguns dias, A. está no corpo de um menino, devendo se comportar como tal. Em outros, no corpo de uma menina. Algumas vezes, heterossexual; outras, homossexual. Pessoas comuns, pessoas perturbadas (a pior experiência foi viver no corpo de um drogado, segundo A.). Ele vive uma grande variedade de situações e experiências. Cada personagem que A. habita tem diferentes questões – diabetes, pensamentos suicidas, vícios, depressão, obesidade,[…]

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