Marcador -Infantil

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DC Super Hero Girls
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O Telephone
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O Ipê a sonhar
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Marina Smit
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Madza Ednir
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Meu Amigo Indiozinho
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Fernando Vilela
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Gigante pouco a pouco
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Aitana Carrasco
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Pablo Albo

DC Super Hero Girls

MAIS UM MOTIVO PARA AMAR A DC <3 Vem conhecer DC Super Hero Girls, um projeto que vem pra receber as garotas entre 6-12 anos de braços abertos no mundo de super heróis. #girlpower 😉

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O Telephone

Escrever para o público mais infantil deve ser um grande desafio. Converter a complexidade humana em uma narrativa atrativa e que passe uma boa mensagem não é muito fácil.

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O Ipê a sonhar

O ipê, chamado Pepê, dormia e sonhava, quando sua amiga Vivi, a bem-te-vi, pousou em seus galhos, trouxe pauzinhos, montou um ninho e cantou bem alto para que o ipê acordasse. De repente, apareceu a pipa Assanhada, que, toda atrapalhada, se enroscou no ninho de Vivi e nas flores amarelas de Pepê. O susto foi tão grande que Vivi botou um ovinho! Para aumentar a confusão, um vento cheio de rebolado levou o ninho e o ovo de Vivi para bem longe. E agora, será que Vivi vai recuperá-los? E Pepê, vai continuar dormindo? Em seu primeiro livro infantil, Madza Ednir trabalha com diversos personagens que são trazidos à história de maneira acumulativa, convidando os pequenos leitores a memorizarem cada aparição da trama. Os nomes são divertidos e, somados às ilustrações coloridas e de fácil interpretação, abrem caminho ao universo lúdico. A leitura poética combina temas como a criatividade, o contato com a natureza e o mundo dos sonhos.

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Marina Smit

Formada em Arquitetura pela Universidade de São Paulo, trabalha como designer. Dedica seu tempo livre a atividades correlatas, fazendo ilustrações, participando de fanzines e criando outros projetos experimentais.

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Madza Ednir

Madza Ednir é pedagoga, formada pela Universidade de São Paulo e pela PUC-SP e atua na área da Educação, Comunicação e Direitos de Cidadania. Já escreveu e editou muitos livros e artigos para adultos e educadores; “O Ipê a Sonhar” é seu primeiro livro infantil.

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Meu Amigo Indiozinho

Uma comunidade situada em algum lugar do Brasil tem uma mudança brusca no seu dia a dia. Um grupo de crianças indígenas é matriculado na escola local e passa a conviver com os jovens moradores da região; no entanto, são vistos com estranheza pelos alunos, pais dos alunos e o restante da comunidade. Apenas o narrador se vê encantado com a presença do grupinho, querendo desvendar as lendas e histórias que permeiam a vida dos novos colegas. Nessa história de amizade, inclusão e preconceito, Luiz Antonio Aguiar mostra como a nossa sociedade lida com esses assuntos e quais as consequências que resultam da falta de diálogo.

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Fernando Vilela

Artista plástico, ilustrador, escritor, designer e educador. Ilustrou diversos livros de Stela Barbieri, sua mulher, e também escreveu e ilustrou outros, dentre os quais Comilança (DCL, 2008), O barqueiro e o canoeiro (Scipione, 2008), Lampião e Lancelote (Cosac Naify, 2006), A toalha vermelha (Brinque Book, 2007) e Le Chemin (Editións Autrement – França, 2007), sendo estes dois últimos livros de imagem. Como autor e ilustrador já recebeu alguns prêmios – Ilustrador Revelação (2004), Melhor Poesia (2007), Melhor Ilustração (2007) e Escritor Revelação (2007) – da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e Prêmios Jabuti em duas categorias em 2007. No exterior ganhou a Menção Honrosa Novos Horizontes do Prêmio Internacional do Salão Jovem de Bolonha (Bologna Ragazzi Award, 2007), teve obras incluídas no catálogo White Ravens em 2007 e 2008. Em 2008 foi nomeado para a lista de honra do IBBY (The International Boards on Books for Young People. Em artes plásticas realizou exposições no Brasil e no exterior. Alguns de seus trabalhos podem ser vistos em www.fernandovilela.com.br

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Gigante pouco a pouco

Até os sete anos, Manuel era um menino como todos os outros: ia para a escola, tinha dois olhos e uma boca. No entanto, havia algo nele que o tornava diferente: seus pais eram gigantes. E, sem que ele esperasse, também começou a crescer e crescer, até que já não cabia mais na sala de aula. O menino receou que seus colegas de classe ficassem assustados e se afastassem dele, mas, ao contrário, os amigos mantiveram-se ao seu lado, ajudando-o a mostrar ao mundo que suas diferenças não o tornavam menos legal. De maneira lúdica e original, Gigante pouco a pouco, de Pablo Albo, constrói uma reflexão sobre as diferenças e como é possível enxergá-las, principalmente por crianças. O leitor é convidado a se proteger do sol forte na sombra de Manuel e brincar de balanço em seus fios de cabelo. Assim, as diferenças acabam se transformando em vínculo de amizade e companheirismo. As ilustrações de Aitana Carrasco são muito coloridas e divertidas, harmonizando o texto e os cenários e tornando a leitura fluida e agradável. O livro, publicado originalmente na Espanha, foi selecionado para a lista de White Ravens – uma seleção anual feita pela Biblioteca Internacional da Juventude, em Munique, na Alemanha, que reúne as publicações mais proeminentes de diversos países.

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Aitana Carrasco

Aitana Carrasco é espanhola e tem 36 anos. Formou-se em 2001 em Artes Plásticas na Faculdade San Carlos, em Valência, Espanha.

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Pablo Albo

Pablo Albo Nasceu na Espanha em 1971. Formou-se em Assistência Social na Universidade de Alicante. Paralelamente, estudou recreação sociocultural. É um dos fundadores do Grupo Albo de contação de histórias.

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