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1
Você é carente
2
Cidades de Papel
3
A Lista de Brett
4
O Homem Perfeito
5
Mentirosos
6
Um Dia de Cada Vez
7
Garoto Encontra Garoto
8
Quem é Você, Alasca?
9
O Reino das Vozes que Não se Calam
10
Extremamente Alto e Incrivelmente Perto – Como abrir mão?

Você é carente

Quem nunca se sentiu sozinho? Carente ou precisando de um abraço? São sentimentos normais, mas não podemos deixar isso nos dominar. Trago na coluna de hoje minha opinião sobre o tema e o rascunho de um talvez livro.

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Cidades de Papel

Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

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A Lista de Brett

Brett Bohlinger parece ter tudo na vida — um ótimo emprego como executiva de publicidade, um namorado lindo e um loft moderno e espaçoso. Até que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu quando era uma ingênua adolescente. Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe — seus desejos adolescentes não têm nada a ver com suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. Outros parecem mesmo impossíveis. Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência. E vai descobrir que, às vezes, os melhores presentes da vida se encontram nos lugares mais inesperados.

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O Homem Perfeito

Melina teve alguns relacionamentos ruins, outros péssimos… Mesmo assim, ela não desiste: um dia ainda vai encontrar alguém que a complete e que entenda algumas manias fofas que ela tem como comprar mais sapatos do que pode guardar ou tomar uma multa ou outra por excesso de velocidade. Ela faz a sua parte escrevendo um pedido ao universo, no qual descreve esse ser incrível nos mínimos detalhes. Agora é só esperar, certo? Melina não imagina, porém, que esse presente dos céus já existe, mas foi parar nos braços de uma mulher in-su-por-tá-vel. O que fazer quando o destino insiste em brincar com a sua paciência?

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Mentirosos

Os Sinclair são uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence – neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos. Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.

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Um Dia de Cada Vez

A vontade que tenho é de abraçar a Nica, agradecer pela oportunidade de uma ótima leitura e a bater palmas para Courtney, que com uma história simples e personagens cativantes trabalhou em um dos meus principais preconceitos. E com Um Dia de Cada Vez percebi que nem sempre é questão de chamar atenção, mas sim uma forma de lidar com a dor provocada por um trauma.   Narrado em primeira pessoa, Courtney C. Stevens nos apresenta Alexi e Bodee, dois adolescentes que todas as manhãs, ao se levantarem, vestem máscaras para encobrir a infelicidade que sentem em relação à família e aos traumas que carregam. No primeiro momento, Alexi Litterell aparenta ser uma adolescente normal. Com duas amigas populares e imersas no mundo de festas e namoros com jogadores de futebol, Alexi acaba se destacando por ser o oposto das duas e por manter regras que a afastam de qualquer relacionamento ou que provoque o pensamento de: O que alguém do sexo oposto gostaria de ter comigo? A insegurança e o medo do sexo oposto que a personagem carrega dentro de si são frutos de lembranças não muito distantes, mas que foram o suficiente para marcar o seu psicológico e criar uma fortaleza em sua volta, aonde nem mesmo a sua família tem consciência de sua dor e muito menos sabe a forma que a personagem acaba lidando com tudo isso. Entretanto, Bodee é diferente. Não é apenas capaz de enxergar como também compreender a dor de Alexi ao ponto de quebrar o muro e conquistar a fortaleza. Bodee é conhecido por toda a escola como menino Ki-suco. Com[…]

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Garoto Encontra Garoto

Não consigo entender o porque de alguns leitores me darem desculpas para não ler David Levithan. Geralmente falam que é um autor da moda, que utiliza dos clichês e isso acaba fazendo perder o interesse na leitura. E ao ler Garoto encontra Garoto percebi a minha missão: Apresentar um livro cheio de clichês adolescentes, com a descrição exata do primeiro olhar, primeiro beijo e a necessidade constante de encontrar, mesmo que seja por alguns segundos, a pessoa que faz o seu coração bater; e no meio de tantos clichês se surpreender com um David Levithan de 10 anos atrás nos contando a história de Paul e Noah. David nos apresenta um universo completamente diferente! Narrado em primeira pessoa, Paul é um homossexual que se descobriu na infância por intermédio de uma professora. Com um ótimo relacionamento com seus pais e um irmão um pouco implicante, o que chama atenção é o meio escolar, o convívio entre os amigos e a forma que o autor constrói uma “cidade perfeita”, onde o personagem sente orgulho em viver. No momento da minha leitura, foi impossível não suspirar imaginando uma cidade em que seja comum lojas de roupas de segunda mão com ótimas qualidades, lanchonetes em frente da escola e , ainda por cima, livrarias com show ao vivo que em um dos corredores ao dançar é possível trombar com alguém. Mas o que chama atenção é “falta de hierarquia escolar”. O autor nos apresenta uma escola em que heterossexuais, homossexuais e transexuais têm uma ótima convivência, onde todos são aceitos independente de serem opostos. Na verdade, o[…]

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Quem é Você, Alasca?

Simplesmente já posso me considerar uma vitoriosa. Com tantas versões de Quem é Você Alasca?, passei um longo período acreditando que a Editora Intrínseca conseguiria fazer o lançamento do primeiro livro de John Green. E não é que a fé move montanhas? Entre choros e lá-lá-lá por causa dos spoilers bombardeados por amigos, chegou a minha vez de falar sobre: Vivendo com seus pais na Flórida, Miles toma a decisão de deixar tudo para trás e ir para um colégio interno no Alabama, onde seu pai e a geração antecessora frequentaram. Porém, diferente de seguir uma tradição familiar, Miles está em busca de Um Grande Talvez, palavras de François Rabelais. Entretanto, o que Alabama pode lhe proporcionar? Será que pode responder suas questões? Miles é um típico rapaz da Flórida, usando calções largos, fugindo sempre do sol e buscando oportunidades de ficar enfurnado na cama lendo biografias em buscas das últimas palavras de seus autores. Miles conhece Alasca Young, Chip Martin & Takumi, transformado em um grupo inusitado de amigos. Alasca Young tem muitos medos que deseja esconder, em especial lembranças de sua família. Com seu jeito único, alegre e na descrição de Miles; a menina mais linda que já viu na vida, a personagem arrasta Miles para os sentimentos de primeiro amor, novas experiências e a dor. Chip Martin, por outro lado e mesmo sentindo dor, é facilmente interpretado. Sempre buscando diversão e vingança, seu jeito alegre contagia o livro, assim como a dedicação e fidelidade que tem com seus amigos e mãe. Takumi? Bem, ele é apenas o Takumi. O livro é dividido em dois momentos: O Antes & Depois.[…]

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O Reino das Vozes que Não se Calam

O Reino das Vozes que Não se Calam é o primeiro livro da autora Carolina Munhóz escrito em parceria com a atriz Sophia Abrahão, bem como o livro de estreia da autora na Editora Rocco. Como toda primeira vez, não tenho dúvidas que Carol e Sophia estão bastante ansiosas para receber o feedback dessa história fantástica e real que ambas criaram. Quem acompanha o blog, já sabe que eu adoro os livros da Carolzinha. Ainda que eles causem discórdia na blogosfera, entre lovers e haters da fadinha, confesso que a cada nova história publicada, a Carol me surpreende. O amadurecimento dela como autora é altamente perceptível. Escrito a quatro mãos, O Reino das Vozes que Não se Calam traz uma mistura das experiências de vida das duas autoras. Por mais que Sophia Abrahão tenha dado entrevistas dizendo que ela tinha as ideias e que a Munhóz colocava no papel, como leitora antiga da fadinha, posso dizer que sim, temos bastante das duas nas páginas desse romance. Em O Reino das Vozes que Não se Calam, Sophie é uma menina de dezessete anos, tímida, que vive à sombra de sua popular melhor amiga, Anna, e que tem que lidar com a perseguição dos seus colegas de escola. A jovem sofre com o bullyingexagerado, tanto dos amigos e dos pais, em relação à sua magreza. Ainda que ela se alimente, ela não consegue engordar. Para piorar, ela tem que lidar com as piadinhas de mau gosto, o cuidado excessivo dos pais e uma diretora casca grossa. Até que em uma noite, depois de uma humilhação daquelas, numa festa de colegas da escola, Sophie descobre um mundo mágico, onde todas[…]

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Extremamente Alto e Incrivelmente Perto – Como abrir mão?

Você já parou para pensar quantas vezes eu aperto o botão delete para conseguir criar a coluna? Quantas palavras são mudadas? Quantas frases são refeitas? Não sei se pensou nisso, nem eu sei ao certo, mas com certeza foram muitas. Só que quando lidamos com o tempo, não há botão delete. Muito menos backspace, os segundos gastos para escrever essas palavras são únicos e nunca irão se repetir, por mais que no segundo seguinte eu possa deletar e reescrevê-la não será a mesma coisa. Isso é um tema batido, só que da mesma forma que sua mãe fala para pendurar a toalha no lugar certo ou arrumar sua cama, muitas vezes nos esquecemos por considerar ser algo banal.

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