Marcador -Nacional

Tammy Luciano

“Cresci fazendo teatro, amadureci escrevendo, segui a vida quase toda me descobrindo nos cadernos e no palco. (…) Minha família sempre aprovou a minha escolha, nunca fugi de lugar nenhum, não lutei contra ninguém e não tenho um passado de adeus. Tudo foi chegando calmamente, sem traumas.”

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O Homem Perfeito

Neste momento deveria estar colocando minha matéria de medieval em dia, quem sabe daqui a algumas horas venha me arrepender por isso, hein? Mas, por enquanto, não suportei a ansiedade e precisei vir logo contar para vocês sobre o livro da Vanessa Bosso. Foi engraçado! Quando a Nica me ofereceu O Homem Perfeito não pensei duas vezes e, apesar de sempre pegar um pouco pesado com relação a autores brasileiros, podemos dizer que Vanessa me surpreendeu! Melina é uma personagem engraçada, desbocada, destrambelhada e sempre se coloca em problemas. À primeira vista, você se identifica com a personagem ou lembra-se de uma amiga, pronto, isto é o suficiente para se ligar a ela e sentir O Homem Perfeito como um diário das lembranças da personagem com relação ao passado, confessando seu primeiro amor, seu primeiro beijo e a primeira vez e um mix com o atual mostrando que apesar de falarem que o tempo muda as coisas, bem… para a personagem não foi assim! A autora tem uma boa desenvoltura na história, porém, três detalhes implicaram no momento da minha leitura: a ligação com as religiões, isto chegou a me fazer questionar: Hum, sério? Brincando com isto? E outras: Calma, você está chamando ele dessa forma ou falando do que está na mulher? Entretanto em nenhum momento perdeu a graça das situações! A falta de maturidade de Melina! Acho que sou velha demais para minha idade, entretanto com 27 anos você espera alguém responsável e não alguém se colocando em confusões como adolescentes de 18 anos. Quem me fez suportar[…]

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Bolsas, Beijos e Brigadeiros

Bolsas, Beijos e Brigadeiros é o segundo volume sobre as viagens da jornalista Melissa Moya, de Malas, Memórias e Marshmallows e o primeiro livro da autora Fernanda França que eu leio. Ambos os livros foram publicados pela Editora Planeta. Confesso que sempre tive curiosidade em ler algo da Nanda. Primeiro, ela é uma das autoras nacionais mais simpáticas, sempre pronta a nos responder. Segundo, já vi alguns blogueiros falando muito bem de seus livros. Terceiro, adoro livros que falam sobre viagens e comida! hehehe Antes de solicitar o livro para resenha, não fui checar se era ou não continuação. Simplesmente, vi que era da Nanda e pedi. Porém, ao começar a ler, senti falta de algumas informações e fiquei um tanto quanto deslocada na questão do relacionamento entre Theo e Mel, ainda que a autora tenha dado explicações sobre como eles se conheceram e sobre como a personagem acabou indo parar nesse novo emprego. Então, se você pretende ler esse livro – e eu recomendo a leitura se você, como eu, é fã de viagens e gosta de conhecer novos lugares e culturas –, leia Malas, Memórias e Marshmallows antes. Vai clarificar muita coisa e tornar a leitura do segundo volume muito mais atraente. Mas, vamos ao que interessa… Bolsas, Beijos e Brigadeiros nos conta a nova aventura da jornalista Melissa Moya, dessa vez para o projeto Europa sobre Trilhos. A ideia é conhecer o continente, de trem!!! Gente, que invejinha branca que deu da Mel! Eu nem pensava duas vezes também, preparava minha mala e caía nos trilhos! rsrs Mesmo querendo ficar mais presente nas vidas da mãe e da melhor[…]

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Dois em Um e a Minha Gratidão

Hoje, teremos duas resenhas em um único post. São livros pequenos e com histórias sobre amores; ao mesmo tempo, são bem diferentes na narrativa/estilo. Foram livros que me tiraram de uma preguiça de leitura chata e me fizeram refletir além da mensagem que passam. +LIVRO Tudo começou com um e-mail da Samanta Holtz recomendando a autora, que era sua conterrânea. A Natalia Moreno estava lançando seu livro de contos, Do Caos à Esperança. Mas já havia lançado outro livro, Quando eu me Amar; que me interessou mais por causa do booktrailer e título. Quando interesse e indicação de quem você gosta se juntam não pode ter erro, certo? Não é preciso falar muito da história. A sinopse já diz tudo. Além de pequeno, a leitura é fácil. O destaque não fica tanto para a história da Sofia em si; e sim para a narrativa da Natalia Moreno. Ela tem um charme especial. Eu me perguntei se é Porto Feliz que faz isso. A Samanta Holtz também tem uma narrativa charmosa, de uma maneira diferente e parecida ao mesmo tempo. Fiquei um pouco perdida na linha do tempo porque tudo acontece muito rápido. A história é completa e não há o sentimento de “falta desenvolver isso”. A história poderia sim ter sido mais explorada; mas não posso dizer que ficou mal construída. Quando Eu Me Amar é fofo. Ele é um livro de bolso com menos de cem páginas. Eu não costumo olhar as medidas do livro. Apenas, o número de páginas. Ele é do mesmo[…]

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Não se Apega, Não

Perdoem-me, mas sempre que vejo as redes sociais informando sobre algum livro de blogueira, a minha orelha fica em alerta e acabo me distanciando o mais rápido possível do mesmo. Este meu comportamento é comum em quase 100% dos casos, principalmente quando o livro envolve comportamento adolescente e histórias de amor cotidiano. Podemos dizer que, por este motivo, não queria ouvir falar de: Não Se Apega, Não! (O perdão ainda está valendo? Espero que sim hein!) Ué, você não gosta de ler livros de blogueiras e, principalmente, quando envolve assuntos comportamentais,??? Então, diz aí Dona Débora, como você está fazendo a resenha? *Pausa Dramática para a história!* No dia 23 de agosto, enquanto fazia as minhas pequenas compras na Bienal, em principal no estande da Intrínseca, acabei observando o comportamento da Isabela. Os fãs animados para a sessão de autógrafos, sorrisos… Mas, o que me chamou atenção foi um menino pedindo a minha forcinha para jogar o livro por cima do estande para receber autógrafo! O mais legal foi perceber que a autora o tempo todo prestava atenção nele, a única coisa que impediu o acontecimento foi um funcionário dizer que era errado ficar “burlando” a fila desta forma (tirem suas próprias conclusões, tsc, tsc). Uma pequena coisinha me fez ficar pensando “É, acho que preciso deixar o meu pré-conceito de lado e conhecer a história de Isabela Freitas!” Eu, por exemplo, passei a vida inteira fingindo ser alguém que nunca fui. Era meu mecanismo de defesa, eu gostava de parecer insensível a qualquer sentimento. Isso me fazia[…]

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No Encontro de Uma Constante

Direto, eu e todos os outros participantes do blog, estamos aqui emitindo nossa opinião sobre diversos livros. Agora, eu me lancei um desafio: como resenhar eu mesmo, meu próprio livro, sem ser imparcial? Você quer lançar um livro ou ser escritor? Essa, em minha opinião, é a primeira pergunta que todo mundo deve se fazer ao se propor criar um livro. Mas qual é a diferença? Lançar um livro é deixar público algo que criamos independente do resultado financeiro. Agora, ser escritor é escolher uma profissão e, toda profissão cultural é muito complicada, não é algo objetivo, como fazer engenharia e já sair com inúmeras possibilidades. O que muita gente ainda não entendeu é que ser escritor é montar uma empresa, é ser uma empresa, e por mais que exista uma editora te apoiando, ela é só a parte terceirizada do negócio. Já viu o livro que o céu forma em suas nuvens? É Deus escrevendo suas histórias? Ou apenas uma percepção de como tudo deveria ser? Quando eu comecei esse projeto, só pensava em lançar um livro, todo mundo me dizia isso, até que em 2010 inscrevi um projeto em um concurso cultural e consegui a verba necessária para realizar essa vontade. No entanto, vários problemas surgiram e só agora (2014) estou conseguindo concluir esse projeto. Isso não significa que fiquei quatro anos trabalhando intensamente no projeto; pelo contrário, o meu tempo foi muito dividido entre viver, fazer faculdade, planos e etc. Mas, também não significa que fiz o projeto de qualquer forma, ao[…]

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Picta Mundi

Acredito que a maioria de nós, blogueiros literários, tenha o sonho – ou, pelo menos, já teve – de escrever e publicar um livro de sua autoria… não é, mesmo? Contudo, além de desejarmos isso para nós, ficamos ainda mais felizes e satisfeitos quando vemos um amigo nosso realizando esse sonho. Picta Mundi é o da Gleice Couto. Mas é também o de todos aqueles que acompanham o seu trabalho e torcem para o seu sucesso. Quando a Gleice me convidou para ler o seu primeiro livro, fiquei muito honrada e agradecida. Picta Mundi é uma verdadeira preciosidade. Que a blogueira escrevia muito bem, ah, disso eu não tinha dúvida alguma. Porém, escrever sobre a história de alguém ou algo mais curto, como um conto ou poesia, é bem mais simples do que escrever uma obra literária, daquelas de aplaudir em pé. Sim, porque isso foi o que Gleice Couto, agora autora, conseguiu. Picta Mundi é surpreendente, inteligente, fascinante e altamente viciante. É o tipo de leitura de que te prende do início ao fim, com uma narrativa fluída, sem pontas soltas e envolvente. A história é outro ponto positivo. Nunca imaginei que poderiam criar tramas dentro de quadros de pinturas. Gleice cria um mundo de fantasia tão fantástico, se me perdoam a redundância, que você se pega horas pensando naquele universo onde Leticia, a determinada e sarcástica personagem principal, acaba parando. Um pintor, quando trabalha em uma obra, espera duas coisas. Uma é que os traços sejamharmoniosos, e não se pode negar que é o caso desse quadro. A outra é que[…]

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Lançamento de Fortaleza Negra – Kel Costa

Olá Galerinha!!!!!! Sei que andei meio sumidinha essa semana, mas tive vários treinamentos importantes ao longo da mesma, chegando em casa mega cansada e pronta pra mimir! rsrs Por isso, somente hoje consegui vir aqui falar sobre o Lançamento de Fortaleza Negra, da nossa querida blogueira e amiga, Kel Costa! Foi uma honra poder mediar esse super evento! Muito obrigada pelo convite, Gisele e Editora Jangada! <3 O evento começou um pouquinho atrasado, por volta das 15:30, pois foi o tempo da galera chegar e se assentar. Ao longo do mesmo, foram servidos comes e bebes deliciosos. Eu preparei algumas perguntinhas para a autora, uma vez que já tinha lido o livro e me apaixonado, mas o público participou bastante… inclusive as Calos da Kel (leitores de suas fics!!!). O clima foi de alegria e muita festa. A Kel estava radiante e respondeu a todas as perguntas, sem rodeios e sem deixar a peteca cair! Pudemos ficar sabendo mais sobre a criação do enredo de Fortaleza Negra, quando a autora teve a grande ideia e em quem se inspirou para criar tal universo. Além disso, Kel nos adiantou um pouquinho o que podemos esperar nos dois próximos livros da Trilogia – me deixando ainda mais curiosa e ansiosa por eles! #xatiada rsrs A Editora Jangada arrasou nos bottons, com as carinhas das personagens… além dos super brindes que foram sorteados depois do divertido bate-papo com a autora! Sem falar nos cupcakes… que nossa… estavam m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o-s!!!! Sério! A cobertura tinha gosto de brigadeiro, gente! hehe Confira abaixo um vídeo sobre o evento e se surpreenda, ou melhor, fique morrendo de vontade de ler FN,[…]

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Cante para eu dormir

Será que todas as histórias já foram contadas? O que esperamos ler quando queremos ler algo? O quanto estamos preparados para uma tragédia? Cante para eu dormir revelará a dura realidade da vida, a energia firme da amizade e mostrará que o verdadeiro amor transcende tudo. O livro conta a história de Beth, uma garota que sofre bulling e passa toda sua infância sendo rejeitada por sua aparência. As únicas pessoas a aceitá-la são sua mãe e seu melhor amigo, Scott. Mas tudo isso fica para trás quando ela é convidada para ser a vocalista do coral da escola e recebe a transformação que lhe dará a oportunidade de conhecer um amor que vai além de tudo, até mesmo da própria vida. Derek é tão lindo, tão doce, tão fantástico que Beth acha que não merece, mas quer experimentar, mesmo estando a milhas de distância. Porém, existem segredos não revelados entre eles. A história reúne as mais profundas emoções humanas: decepções, tristezas, alegrias, amores e paixão, muita paixão, que ficará gravada em cada coração por muito tempo, mesmo depois do término da leitura. Quando eu faço a pergunta “Será que todas as histórias foram contadas?” estou me questionando se ainda vale a pena ler algo que aparentemente é comum. Pensando sobre isso, cheguei a conclusão de que não leio para conhecer histórias ou estilos. Leio para conhecer pessoas. Assim como na vida real, onde uma boa amizade pode nos conectar ao mundo e, ainda que suas histórias sejam parecidas com tantas outras, é o timbre[…]

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