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O que houve com o Drafts?
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Os Romantizadores
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Tudo (na vida) Passa
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A Imortalidade
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O Jogo das Perguntas
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Se você me chamar eu largo tudo… Mas por favor me chame
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Adeus, Facebook
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Uma Longa Queda

O que houve com o Drafts?

O post de hoje é um papo sincero, entre amigos! Vim aqui abrir meu coração para vocês e explicar o que vem acontecendo com esse nosso cantinho…

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Os Romantizadores

Como se tudo na vida não fosse dramático suficiente agora precisamos adicionar um toque de romance. Feche as cortinas do palco da vida e espere o diretor gritar novamente: Câmera, luzes e ação, pronto, agora a cortina se abre, mas além do drama e da dor, tudo agora é suavizado com o toque do romance.

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Tudo (na vida) Passa

Você já parou para pensar que ao longo da nossa vida pessoas vem e vão? Amigos, relacionamentos que achávamos que era pra sempre e até mesmo quem a gente pensa que vai viver para sempre se vai? Então venha conferir esse post reflexivo! 😉

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A Imortalidade

A partir do gesto que uma mulher faz a seu professor de natação quando sai da piscina, a personagem Agnes surge na mente de um autor chamado Kundera. Como a Emma de Flaubert ou a Anna de Tolstoi, a Agnes de Kundera se torna objeto de fascínio e de uma busca insondável. Ao imaginar o cotidiano dessa personagem, o narrador-autor dá corpo a um romance em sete partes, que intercala as histórias de Agnes, seu marido Paul e sua irmã Laura com uma narrativa retirada da história da literatura: a relação de Goethe e Bettina von Arnim. Com seus personagens reais e inventados, Kundera reflete sobre a vida moderna, a sociedade e a cultura ocidentais, o culto da sentimentalidade, a diferença entre essência individual e imagem pública individual, os conflitos entre realidade e aparência, as variedades de amor e de desejo sexual, a importância da fama e da celebridade, e a típica busca humana pela imortalidade. Em um diálogo ficcional entre Goethe e Hemingway, este diz “Em vez de ler meus livros, escrevem livros sobre mim.”, ao que aquele responde: “A imortalidade é um eterno processo.”. Se a morte está presente na trajetória de Agnes, também está na inclusão desses personagens já mortos, mas imortais, do cânone literário. “A morte e a imortalidade”, diz Kundera, “formam uma dupla indivisível, mais bela que Marx e Engels, que Romeu e Julieta, que Laurel e Hardy”. Com a leitura de sua obra, que explora a fundo os grandes temas da existência humana, podemos afirmar que o autor de[…]

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O Jogo das Perguntas

Com mais de 2,5 milhões de exemplares vendidos, O jogo das perguntas se tornou um fenômeno ao levar os leitores a refletir sobre seus princípios e valores. Abordando diversos assuntos – como amor, dinheiro, sexo, ética e tecnologia –, este livro estimula o crescimento pessoal, ajuda a aprofundar seus relacionamentos e é um ótimo passatempo para quando você estiver sozinho no carro ou num jantar com seus amigos e familiares. Nas 291 questões polêmicas que encontrará aqui, você será convidado a explorar o mais fascinante dos temas: você mesmo e a maneira como lida com a vida. Você reescreveria a redação de seu filho no vestibular se isso garantisse a ele uma vaga na melhor universidade? Estaria disposto a abrir mão de sexo durante um ano se isso lhe garantisse paz interior? Pergunte. Reflita. Debata. Sem oferecer uma resposta sequer, este livro vai desafiar suas crenças e, quem sabe, mudar a maneira como você enxerga o mundo e as pessoas à sua volta.

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Se você me chamar eu largo tudo… Mas por favor me chame

Um homem revive seus dias de menino em busca de si mesmo. Uma história terna e emocionante de perdas, ganhos e aprendizados. Dani se dedica a procurar crianças desaparecidas. No mesmo instante em que sua mulher faz as malas para ir embora de casa, ele recebe o telefonema de um pai desesperado lhe pedindo ajuda para encontrar seu filho. O caso o levará a Capri, onde virão à tona lembranças de sua infância e das duas pessoas que mais o marcaram: o afetuoso sr. Martín e o forte George. O reencontro com o passado levará Dani a profundas reflexões sobre sua vida, a história de amor com sua esposa e as coisas que realmente importam. Se você me chamar eu largo tudo… mas por favor me chame é um livro forte e ao mesmo tempo delicado, que vai permanecer com o leitor muito depois que ele virar a última página.

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Adeus, Facebook

Parar e pensar sobre como as novas tecnologias transformarão o mundo parece algo impossível de se fazer. Sempre preocupadas em atualizar o status online, cada vez mais as pessoas têm menos tempo livre. Além disso, a natureza volátil das redes sociais permite que tudo nessas plataformas possa mudar de um dia para o outro. Este novo cenário já alterou a forma de empreender tanto no Brasil quanto no mundo. Empresas como o Google e o próprio Facebook surgiram do nada e hoje são gigantes no mercado, enquanto outras que eram consideradas quase infalíveis tiveram que se readaptar para não morrer. A forma de empreender mudou. Ao mesmo tempo, as marcas nunca estiveram tão conectadas com seu público e a criatividade não tem limite. Barreiras linguísticas e geográficas estão ficando sem importância, e aquele que deseja empreender deve saber que seu público alvo pode estar do outro lado do mundo, da mesma forma que seu concorrente direto. Surgiram startups com sucesso em um dia e desastre noutro. Quantas empresas conseguiram, de fato, se manter no mercado com mais de 1 ano de existência? Como aprender com elas para não cometer os mesmos erros? O escritor Jack London, considerado em um levantamento feito pelo site IDG NOW como um dos 10 nomes mais importantes da internet no Brasil, vem acompanhando de perto todos esses processos em sua coluna sobre empreendedorismo na revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios e agora, com essa coletânea de seus mais instigantes artigos, aulas e palestras, podemos traçar com detalhes o panorama atual da[…]

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Uma Longa Queda

O interesse por Uma Longa Queda veio após eu assistir o trailer do filme. Ainda não assisti à adaptação, mas acredito que irei gostar. Essa leitura foi ainda é uma experiência estranha. O autor é bem comentado e, eu gostei do que li. Só senti falta daquela coisa que me faz amar demais um livro. Li Uma Longa Queda há algum tempo, mas não tinha conseguido fazer a resenha ainda. Li outras resenhas, folheei o livro… e ainda não entendo bem meu sentimento em relação ao mesmo. É muito bom e eu gostei, mas senti falta de algo. Quando paro e reflito, me pergunto o que falta ali e não acho a resposta. Sinto que não tem resposta! haha. Alguém já passou por isso? Não tô sabendo lidar!!!! É muito fácil pensar na morte como solução quando tudo dá errado, mas isso é o que menos queremos lá no fundo (a não ser que você realmente tenha tendências suicidas e, neste caso, eu indico um psicólogo/psicanalista. Eles são muito bons!). Esses dias, assisti um dorama em que as pessoas tentavam o suicídio depois de algumas frustrações comuns como, por exemplo, ter um amor não correspondido. Me assustei um pouco com isso, mas quantas pessoas não veem a morte como solução? Uma Longa Queda trata disso de uma forma natural, sem aquele drama ou culpa maçante. É um livro leve, que me arrancou boas risadas e reflexões. O livro é dividido em três partes. É narrado em primeira pessoa, intercalando o ponto de vista das quatro personagens. O Nick Hornby arrasa demais, demais, demais! A forma como ele conta a[…]

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