Vips #5 – O Começo de Tudo

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Falar sobre O Começo de Tudo é um tanto quanto complicado. Em seu livro de estreia, Robyn Schneider consegue nos conquistar e emocionar, de cara. Com uma história real, inteligente, sensível e inspiradora, fica quase impossível não tirar um tempo ao término da leitura para repensar e refletir sobre nossa própria vida e sobre nossas próprias “tragédias” – entre aspas mesmo, porque eu não gosto de pensar nelas assim. A palavra tragédia me dá a sensação de que não tem mais volta, que algo aconteceu e foi o fim. The End. Finito. Fine. E, por experiência própria, sei que não podemos nos entregar a elas. Não podemos deixar que elas digam quem nós somos ou que elas nos transformem em pessoas amarguradas e negativas. Vá lá, todo mundo tem um dia ruim ou vai passar por um momento de dificuldade. Mas, se entregar e desistir, não é certo. Como muitos que me acompanham sabem, perdi minha mãe uma semana depois do meu aniversário de vinte anos… E então, deveria ter desistido diante das inúmeras pressões que surgiram? Deixado a dor e a culpa me dominarem e me arrastarem pro abismo? NÃO!! Também não serei hipócrita em dizer que foi fácil, mamão com açúcar, passar por cima de todas as coisas que vieram e que aconteceram… mas, graças a Deus, eu tive o apoio do meu marido e dos amigos para me reerguer e seguir em frente. Aprendi na dor que as “tragédias” podem não ser o fim, mas o começo. Amadureci em um ano o que, talvez, não iria amadurecer em dez. A porrada que a vida me deu, me fez crescer e entender que podemos superar qualquer obstáculo, que somos capazes e mais do que vencedores. Nenhuma situação vem sem que possamos vencer. Na verdade, a única que nos impede de seguir adiante é a nossa própria morte. Portanto, quando o negativismo do mundo ou quando uma situação muito ruim acontecer, lembre-se disso: que pode não ser o final, mas sim, O Começo de Tudo. Depende de você, apenas de você, tomar a decisão de seguir em frente, de se mover e fazer acontecer. E se você se deparar com alguém passando por um momento complicado também, faça a sua parte. Dê apoio. Porém, não se culpe se aquela pessoa desistir. Cada um tem o direito de escolher como (e se) vai sair dos “problemas“. Não cabe a mais ninguém tomar essa decisão. É… acho que não saiu bem como uma resenha, mas mais como um texto inspirado por um livro. Acho que tá valendo, né? Ezra Faulkner achava que tinha tudo, até ser confrontado pela vida e suas surpresas, e descobrir que nem sempre coisas ruins acontecem para nos destruir. Às vezes, elas podem nos fazer renascer, como uma fênix, que renasce ainda mais bela das cinzas. Pensem nisso. =)  
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